MISSÃO:

Profissional especializado em Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida. Sérgio Nunes e sua empresa QualiFis, pretendem desenvolver junto aos seus alunos e clientes a ideia da verdadeira Saúde, que obviamente não é apenas a ausência de doença, mas também o Encantamento com a Vida, dotando-os de um entendimento adequado de se Priorizar, de compreender que vale a pena Investir no seu Potencial de Ser, através do investimento na melhoria da Qualidade de Vida, aprimorando a saúde e usando como meio, a Atividade Física, em suas mais diferentes possibilidades.

“As informações, dicas e sugestões contidas nesse blog têm caráter meramente informativo, e não substituem o aconselhamento individual e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física.”

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

PROFESSOR INSTRUTOR X PROFESSOR EDUCADOR


      Na cotidianidade das práticas educativas, e neste caso, físicas, duas posturas modulares podem ser encontradas naqueles que as conduzem: 
1) os que assumem o predomínio das características do papel de Professores Instrutores e
2) os que se comprometem primordialmente com os propósitos de Professores Educadores.

        Penso ser bastante relevantes e demarcadoras as diferenças entre as duas posturas. Os que “vestem a camisa” de Professores Instrutores assumem os encargos do papel de treinadores que viabilizam a “performance” dos indivíduos mediante os conteúdos periodizados e técnicas estabelecidas de cunho funcional e pragmático. Desse modo, o que é prioritário é a instrução para o mínimo conhecimento do movimento, do gesto, para o domínio dos saberes técnicos e instrumentais que tendem a conformar e adaptar esses indivíduos com carências diversas e diferentes, aos padrões mínimos socialmente e cientificamente instituídos...E só!!
    Agora... os que abraçam a árdua e desgastante, porém gratificante e prazerosa tarefa de Professores Educadores nas práticas educativas do movimento e salutares, as realizam como experiências de natureza teórico-vivencial que se nutrem com os saberes instituídos, mas procuram, cotidianamente, recriá-los e ressignificá-los contextualmente, buscando atingir os caminhos mais vastos da práxis, do conhecimento e da sabedoria. 
Desse modo, as práticas educativas do movimento, vislumbram muito mais que a mera instrução para os aprimoramentos das capacidades físicas e melhorias de parâmetros físicos, fisiológicos e metabólicos; elas conduzem os indivíduos para a formação da globalidade do ser, entrelaçando razão/ciência e intuição/momento, corpo/emoção e mente/espírito. Atingindo, na orientação, o Ser Humano por completo!! Na sua “Inteireza”!! E verdadeiramente TRANSFORMANDO!! 
Tarefa muito mais trabalhosa e complexa! Definitivamente não é para Todos!

  
        O aprimoramento técnico e teórico/científico deve fazer parte constante da vida do Profissional Sério, Compromissado e Dedicado com a sua Profissão, com os seus Pares, com a Sociedade e com os seus Alunos. 
Ter um diploma e uma carteira no órgão profissional competente não nos torna CAPAZ!
       Capacidade não está vinculada com qualificação acadêmica e um registro... Está relacionada especialmente com o VALOR POTENCIAL de CONTER ALGO! Ou SER ALGO! O verdadeiro EDUCADOR sempre vaialém... Procura sempre SER MAIS...
       O SER MAIS está relacionado com o esforço que nós dedicamos em nossa graduação, nas aulas, nos estudos, nos cursos de especialização, nos aprimoramentos, nas atualizações, no trabalho, em NÓS mesmos, com nossos alunos e com todos os que fazem parte da nossa vida! Inclusive com aqueles que não fazem!! 
      O SER MAIS está no esforço que realizamos para oferecer, especialmente aos que confiam em nós, o MELHOR QUE PODEMOS SER!! Em TODOS OS SENTIDOS!! 
        É o que minimamente se espera de um Professor Educador!


"O professor instrutor cumpre obrigações. 

O Professor Educador celebra paixões."


O professor instrutor repete sempre os mesmos cacoetes e recursos metodológicos na cadência decadente das rotinas emboloradas e do desencantamento. Levando seus alunos muitas vezes ao cansaço das repetições e falta de inovação. O Professor Educador reinventa permanentemente seus procedimentos, métodos, recursos e conhecimentos, renovando-se e reencantando-se com o aprendizado vigoroso de cada ensinamento e experiência vivida. Sem perder o objetivo, o foco e a eficácia com segurança.


O professor instrutor considera-se detentor do saber, pretensamente pronto e acabado. É estático seu desempenho! Não constrói! O Professor Educador percebe-se constantemente como um aprendiz inacabado, buscando através de experiências técnicas/práticas, intelectuais/acadêmicas e sobretudo reflexivas dos estímulos/ações decorrentes dos fluxos do cotidiano, o seu aprimoramento como SER!! Possui um desempenho dinâmico. Ao construir a si mesmo... Desenvolve mudanças ao redor!!


O professor instrutor circunscreve-se aleatoriamente na geometria de tempo determinado, linear e sequencial, do Chronos (Deus do tempo de natureza quantitativa). Já o Professor Educador descortina-se em momento indeterminado, mas adequado (momento especial), pelas curvas do tempo dinâmico do Kairós (O tempo de Deus; natureza qualitativa). Transformando esta experiência em momento único!

O professor instrutor executa aulas/orientações previsíveis, repetitivas, insípidas e frias. Nada muda! Ele é monótono e passivo. O Professor Educador constrói aulas imprevisíveis, abertas ao fluxo dos desbravamentos, mastigando o saber (ciência/práxis) com tempero/sabor (instigando a vida), convertendo-as em vivências únicas e de encantamentos; em constantes ritos de iniciação e de renovação de pensamentos e sentimentos/sensações. O professor Educador surpreende! É agente, enérgico, atuante e vivaz!


O professor instrutor percorre os caminhos já construídos do ordinário, trilhado e sinalizado, mais fáceis e cômodos. Sem desafios, sem surpresas! Sem paixão! 

O Professor Educador constrói novos caminhos, ousa nas veredas ainda não trilhadas, mais desafiantes e difíceis, retirando e solucionando obstáculos, inaugurando caminhos novos e quase sempre extraordinários. Por todo o percurso, após um obstáculo, uma surpresa! Uma viagem apaixonante!


O professor instrutor tende a reduzir as suas salas de aula em "celas de aula", aprisionantes e cinzentas, onde reinam a tristeza e o desprazer; e a vida, os sonhos são reprimidos e mortificados. Existe apenas uma única realidade ou possibilidade. O Professor Educador converte as salas de atividades em espaços abertos e multicoloridos, participativos, em que borbulham a alegria e o prazer; e a vida e os sonhos são vicejados – em espaços de celebração da existência humana. As possibilidades são plurais e a realidade desejada está aberta em diferentes possibilidades.



O professor instrutor vomita saberes. O Professor Educador mastiga saberes e sorve sabedorias.

O professor instrutor assenta suas práticas pedagógicas com lógicas monológicas, rígidas (metálicas), alheias e excludentes. Enquanto o Professor Educador fundamenta-se com lógicas dialógicas, flexíveis, participativas e includentes.

O professor instrutor transmite conteúdos para que os alunos copiem e assimilem de modo reflexo. O Professor Educador problematiza as ações para que os alunos reflitam e compreendam criticamente. 

O professor instrutor encampa modelos uniformes lastreados em certezas fixas. O Professor Educador articula múltiplas referências fundadas em possibilidades abertas, em incertezas. 

O professor instrutor privilegia o Logos (razão), a cognição, o corpo. O Professor Educador entrelaça Logos e Eros (amor), cognição e intuição, corpo e mente. 

O professor instrutor reduz-se aos muros/muralhas da atividade, do ambiente local. O Professor Educador transpõe esses limites trespassando os horizontes expansivos do cotidiano movente da vida. 

O professor instrutor professa voto de fidelidade às alianças cultuadoras das burocracias que tendem à domesticação e à subjugação. O Professor Educador concebe a necessidade mínima de burocracia, sendo esta, mero instrumento que deve estar a serviço dos direitos e liberdades fundamentais do ser humano. 

O professor instrutor busca as competências técnica e teórica, a inteligência cognitiva. O Professor Educador busca as competências técnica e teórica, mas, principalmente, as competências éticas e estéticas, as inteligências cognitiva, intuitiva e emocional. 

O professor instrutor tende à intolerância e até ao abuso de poder, fala muito e quase não escuta. O Professor Educador prima pelos princípios da tolerância, da ética da solidariedade e da escuta sensível. 

O professor instrutor prima pelos vãos do ter. O Professor Educador prima pelos desvãos do Ser

O professor instrutor busca a reluzência das performances externas dos indivíduos. O Professor Educador passa pela exterioridade como caminho que conduz às dimensões mais profundas da interioridade do ser, ao  aperfeiçoamento, desenvolvimento completo do ser, ao autoconhecimento. 

O professor instrutor acomoda-se nas linhas retas e regulares das planícies conhecidas. O Professor Educador aventura-se pelas curvas e acidentalidades das montanhas mais desconhecidas. 

O professor instrutor habitua-se à rotina das tartarugas e das galinhas que rastejam e ciscam a superfície da terra (sem preconceitos à estas criaturas). O Professor Educador, como a águia, nutre-se das energias da terra, mas alça seus voos altivos e bailantes pelos ermos do desconhecido e incomensurável. 

O professor instrutor privilegia o desenvolvimento das dimensões mais instintivas que traduzem os aspectos mais materialistas do ser humano, as quais, isoladas, fomentam o espírito de competição e de arrogância que desembocam em brutalização e barbárie. O Professor Educador assume as múltiplas dimensões do ser humano, passando pelo instinto e atingindo o coração e o espírito de fineza fomentando a solidariedade e a amorosidade. 

O professor instrutor confina o humano apenas à esfera do material/físico, do imediato e do visível (pedagogia do São Tomé... “Ver para crer!”). O Professor Educador educa para a imanência (a força divina que está em nós mesmos) e para a transcendência, para o invisível, para os valores humanos – e a espiritualidade.

Como vimos, existem diferenças gritantes entre a figura do professor e do educador. Ao professor cabe a função única de transmitir o seu conhecimento, enquanto o educador é comprometido com a formação integral do ser humano e com a sua interação entre a família e a sociedade.   Enquanto o professor sai de casa para mais um dia de aula, o educador busca formas para promover a transformação/evolução do seu aluno. O professor enxerga no ato falho do aluno apenas um erro enquanto o educador o vê como fase de transição e ultrapassagem no processo amplo da aprendizagem.  O professor pela lógica da sua formação impõe seus ideais como centro do conhecimento, enquanto o educador é um mediador e sinalizador da relação ensino-aprendizagem.

Por fim, nesta transcendência da figura do professor para a persona do educador são necessários ingredientes básicos e indispensáveis como: humildade, discernimento, atenção, relacionamento, continuidade, perseverança, conhecimento, atitude e compromisso. Dessa forma, os educadores terão o apoio sólido e necessário para o exercício não apenas de uma profissão, mas a realização de um ideal de vida.

Depende somente de nós o que queremos ser...  Instrutor? Ou Educador? 



ATIVIDADE FÍSICA... FAÇA A COISA CERTA! 

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

ORIENTAÇÕES MÍNIMAS PARA O PRATICANTE DE ATIVIDADES FÍSICAS...

A pedidos!!       

Com a agitação da vida moderna a tendência é termos hábitos pouco saudáveis, uma vez que esta situação provoca estresse aumentado e consequentemente cansaço precoce, agravados por uma alimentação rápida e inadequada e pela não regularidade na prática de exercícios físicos ou sua total falta. Como já é de se esperar, a junção de todos esses fatores mencionados tende a tornar a qualidade de vida da população bastante frágil e abalada, tanto no nível físico quanto no psicológico. De acordo com Saba (2001), atualmente cada vez mais pessoas no mundo todo, são - se não completamente -, ao menos apresentam sintomas de indivíduos sedentários. Para estes, as informações contidas neste texto pode proporcionar o maior ganho, entre todos, com a prática regular da atividade física, seja como forma de prevenir doenças, promover saúde ou até mesmo para sentir-se melhor. 
Na sociedade atual as doenças crônicas não transmissíveis vêm se apresentando com aumento gradativo e significante (
Albuquerque et al., 2009). Segundo o ACSM (2004), a prática regular de atividades físicas oferece proteção contra o aparecimento dessas doenças crônico‐degenerativas, além de ser um fator que pode propiciar a melhoria da autonomia e da qualidade de vida. Assim, essa prática constitui‐se em um fator fundamental que contribui para um estilo de vida mais saudável.
Mesmo com tantos benefícios apontados quanto à prática de atividade física para a promoção da saúde, a adesão da população em geral ainda é muito baixa. 
Por esse fato, tem‐se sugerido que uma compreensão das prováveis BARREIRAS e dos prováveis FACILITADORES que afetam a participação dessas pessoas poderia fornecer informações importantes e necessárias para o desenvolvimento de intervenções que tenham uma maior probabilidade de sucesso.
Complementando essa ideia, Humpel et al. (2002) afirmam que, para desenvolver políticas e intervenções eficazes, é necessário identificar os fatores que podem ser mudados e que influenciam o comportamento da prática de atividade física.
Diferentes estudos nos mostram que durante alguns momentos de nossas vidas, a família e filhos podem ser fatores que influenciam enormemente quando decidimos desistir da prática de exercícios físicos. Porém existem diversos outros fatores que nos levam à desistência dessa prática, tais como: problema médico, viagens, falta de tempo e motivação.
Weinberg & Gould (2001) apud SANTOS; KNIJNIK (2006) descreveram o que as pessoas apresentam como desculpas para não se exercitar, tais como:
  • Falta de tempo: exames minuciosos revelam que esta seria uma questão de prioridades. Programas de atividade física atraentes podem derrubar este fator;

  • Falta de energia: parece ser mais mental do que física, devendo ser um motivo a mais para a prática a partir do conhecimento de benefícios;
  • Falta de motivação: este fator é a soma dos dois anteriores, isto é, o cansaço com a dedicação do tempo a outras atividades.
Desta forma, manter o indivíduo ciente e percebendo os benefícios do próprio exercício físico parece ser um fator motivacional importante. O qual fará com que o aluno permaneça realizando a pratica de exercícios físicos.
Contudo a melhor forma de manter o aluno praticando atividade física é mostrando os benefícios e importância da manutenção da pratica de exercícios regularmente, a qual deve ser realizada frequentemente, para que assim possa levar cada vez mais uma vida saudável e prazerosa.

Sabemos também que 
a mídia em geral parece influenciar com relevância a sociedade como um todo, despertando novos valores, sentimentos e desejos. A questão estética é hoje uma preocupação de grande parcela da população, bem como adotar para si um estilo ou hábito saudável e, por conseguinte, melhorar a qualidade de vida.
A maioria dos praticantes já envolvidos ou aderidos com algum tipo de atividade física tem essa preocupação com a questão estética e com a melhoria da qualidade de vida, possuindo um tempo de prática considerável e até frequentando a academia quase todos os dias da semana.
Interessante é observar que o “tempo disponível” é um fator muito citado como dificuldade para a prática regular de uma atividade física, embora a maioria destes relatam a prática regular do exercício físico.
Isto realça, novamente, o motivo pelo qual essas pessoas deram a continuidade com a prática, demonstrando, efetivamente, o interesse nos resultados que a atividade pode oferecer.
Já o início da prática de qualquer tipo de atividade física é muito dependente de um estímulo imediato e/ou incentivo. E desta maneira as influências sociais da família, amigos, entre outros, são de enorme importância para o início da prática de exercícios físicos.
A adoção de hábitos saudáveis pode, então, proporcionar às pessoas melhor condição para enfrentar a vida cotidiana.

Como muitos alunos e potenciais praticantes deixavam algumas mensagens solicitando algumas orientações básicas sobre como manter uma aderência mínima em atividades físicas, encaminho algumas: 


1) Identifique e registre por que você está se exercitando: 
- Pode até parecer bobagem, mas se você não consegue saber o motivo pelo qual despende algum tempo e esforço do seu dia para a realização de alguma atividade física, você não tem um compromisso. Uma obrigação assumida é um comprometimento com algo! Sem comprometimento não se vai a lugar algum!
2) O que o motiva a exercitar-se? 

- Pergunta a ser respondida honestamente. Isso o ajudará a estabelecer algumas metas importantes que funcionarão para você. Isso será fundamental na escolha da estratégia utilizada para o plano de exercícios. O seu motivo pode ser muito diferente de outros. A estratégia usada para o seu caso pode não funcionar para outros.

3) Seja aberto para uma variedade de possibilidades de atividades: 
- Isso ajudará a evitar o tédio, mantendo o prazer nas atividades principais e ainda minimizará possíveis lesões decorrente por exercícios repetitivos. Mas tenha sempre um programa equilibrado que combina em medida exata o que você deseja com o que você necessita em uma perspectiva de bem-estar total. E isso você saberá consultando um Profissional da Área. Aproveite qualquer momento para se exercitar. O importante é não ficar parado! 
4) Comprometa-se com o exercício físico regularmente: 

- Siga um plano de treinamento mínimo que esteja sob controle e supervisão de um profissional. Assim você ficará muito mais propenso a permanecer ativo e atingir as suas metas. Afinal o exercício deve ser um hábito para a vida toda e não um passatempo temporário. Seu copro foi feito para o movimento, não para ficar parado. A inatividade física mata.
5) Não subestime o prazer ao realizar o exercício: 
- Se você gostar do que está fazendo certamente continuará a fazer. Permanecer ativo mudará seus hábitos e estilo de vida. Do que você gosta?


6) Mantenha suas atividades físicas em um tempo razoável: 
- Certifique-se que o seu comprometimento com as atividades que se propôs a realizar estarão compatíveis com a sua disponibilidade e outros compromissos importantes do seu dia. Através de uma orientação profissional consegue-se planejar exercícios para qualquer espaço de tempo disponível em qualquer local e situação.



7) Visualize sempre sua meta "Máxima": 
- Onde você pensa em chegar com esta mudança de hábitos e estilo de vida? Pense longe... A meta final deve ser extraordinária! 
Trace metas a curto e médio prazo para execuções possíveis... Para alcançar ou chegar próximo dos resultados planejados. Mas o ponto de chegada imaginado deve ser algo a ser superado com dificuldades. Na prática, foque no seu progresso e não se atingiu ou não as metas específicas. De qualquer maneira, uma avaliação continuada das necessidades e metas se faz necessário. Não são informações estáticas e imutáveis.

8) Trace metas específicas: 
- Aqui um profissional poderá ser de extrema ajuda nesta tarefa. No mínimo solicite uma consultoria. Detalhar as metas específicas, imediatas e de longo prazo e de como atingi-las.Podem estar relacionadas à alguma melhoria na aptidão física, desempenho em algum movimento/gesto motor, evolução em carga de treino, mudanças morfológicas, alterações de peso corporal, ajustes posturais e de padrões alterados de movimento ou simplesmente e inicialmente na incorporação de uma rotina de exercícios e hábitos saudáveis. Avaliações, Meios e Métodos adequados para melhores resultados com segurança deverão ficar sempre na supervisão e controle do Profissional de Educação Física. Mas lembre-se que metas são abstratas... O concreto é a sua evolução!! Foque no progresso não na perfeição! 
O segredo para desenvolver continuadamente é criar um ambiente em que você tenha o completo domínio.
9) Programe na sua agenda (escreva/anote) os horários para os exercícios: 
- Estabeleça dentro da agenda, possível do dia, o horário para o exercício físico e cumpra o compromisso! Encare-o como um compromisso importante e inadiável. Lembre-se... O melhor horário para realizar exercícios é aquele que você puder!! Não falhe por bobagens! Uma punição pode ser efetuada por você (para você) se falhar com este compromisso. Pode inclusive e preferivelmente estar diretamente relacionado com algum sacrifício seu para conseguir chegar em sua meta. Use a criatividade, sem loucuras! 
O copro constantemente desafiado e estimulado continuará respondendo com evolução; sua mente também ficará estimulada com os resultados e cria-se um círculo virtuoso.

10) Exercite-se com um esforço razoável:
- Se vai utilizar parte do tempo com isso, otimize-o! Efetuar exercícios displicentemente, desconcentradamente, descuidadamente, pausas não controladas e com um mínimo de esforço certamente não será produtivo. Vá e faça direito! Com vigor! Depois... se ainda sobrou tempo...

ATENÇÃO!! Mas cuidado para não exagerar! Realize seus exames médicos regularmente! Prefira ter um acompanhamento profissional...
11) Se adoecer ou lesionar... Repouse:
- Nestas condições sinta-se confortável em perder algumas sessões de exercícios. Não convém se exercitar desta maneira. Poderá agravar a situação ou espalhar a doença para terceiros. Procure um médico!! 


12) Sinta-se bem após a sessão de execícios: 
- Deve ficar cansado, porém ao término da sessão uma sensação de bem estar e de dever cumprido deve permear sua mente. Só assim para continuar obtendo a motivação constante e necessária para a continuidade. Se isso não acontece... Sua estratégia deve ser revisada!




Espero ter ajudado!!


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quarta-feira, 13 de julho de 2016

HIPOTENSÃO ORTOSTÁTICA (OU POSTURAL)


O QUE É?       



ATENÇÃO: As informações contidas neste artigo têm caráter meramente informativo, e não substituem o aconselhamento e acompanhamento individual pelo profissionais competentes! Faça a coisa CERTA!!


HIPOTENSÃO: Hipotensão, ou pressão baixa, significa que a sua pressão arterial é mais baixa do que o esperado. Na maioria dos adultos saudáveis, a pressão baixa não causa problemas ou sintomas. Em alguns casos, ela pode até ser normal. Por exemplo, as pessoas que se exercitam regularmente podem ter uma pressão arterial mais baixa do que pessoas que são sedentárias. Mas se a pressão arterial cai subitamente ou causa sintomas como tontura desmaio, pode ser um problema de saúde.
A pressão arterial é uma medida de quão intenso é o fluxo de sangue passando pelas suas artérias. Os valores de referência para pressão arterial são medidos em milímetros de mercúrio (mmHg) e ela é composta de duas medidas: sistólica e diastólica.
  • A pressão sistólica (superior) reflete a maior intensidade do fluxo sanguíneo no momento em que o coração está bombeando sangue;
  • A pressão diastólica (inferior) reflete o fluxo de sangue entre os batimentos cardíacos, quando o coração está relaxado e se enchendo de sangue.
Alguém com uma pressão sistólica de 120 e uma pressão diastólica de 80 tem uma pressão arterial de 120/80, ou "12 por 8". A pressão arterial normal é inferior ou igual a 140x90 mmHg.
Não há um número específico que defina a pressão sanguínea baixa. Dessa forma, consideramos hipotensão toda pressão baixa que causa algum tipo de sintoma. Em geral, os sintomas acontecem quando a pressão arterial é inferior a 90/60.


A hipotensão ortostática ou postural é a queda excessiva da pressão arterial quando a pessoa fica em pé, ou muda subitamente de uma posição para outra, normalmente de uma mais baixa para uma mais alta, acarretando diminuição significativa do fluxo sanguíneo para o cérebro (reduzindo o aporte de oxigênio neste tecido), podendo levar inclusive a uma queda/desequilíbrio importante ou desmaio.
Especialmente quando o indivíduo assume a posição em pé abruptamente, a força da gravidade faz com que haja acúmulo de uma quantidade de sangue nas veias dos membros inferiores e na parte inferior do corpo.O acúmulo reduz discretamente o volume sanguíneo que retorna ao coração e também o volume de sangue bombeado pelo coração. Em conseqüência, ocorre uma queda da pressão arterial. O corpo responde então imediatamente: o coração bate mais rapidamente e suas contrações tornam-se mais fortes. Os vasos sanguíneos contraem e, conseqüentemente, ocorre uma redução de sua capacidade. Se essas respostas compensatórias não ocorrerem ou forem lentas, o indivíduo apresentará hipotensão ortostática.
                               
A hipotensão ortostática (HO), especialmente na idade avançada, é causa importante de morbidade e mortalidade, pois pode precipitar quedas, síncopes, infarto agudo do miocárdio (IAM) e acidentes vasculares cerebrais. 
Na prática geriátrica, constitui ainda uma importante barreira à reabilitação. Portanto, o seu diagnóstico torna-se imperativo, particularmente naqueles pacientes que apresentam sintomas sugestivos. Entretanto, observa-se que, apesar de sua importância e facilidade de detecção, sua pesquisa é freqüentemente omitida do exame físico do paciente idoso. Assim, a grande maioria dos casos não é reconhecida. 
A prevalência da HO na idade avançada é alta, podendo chegar a cifras em torno de 30% em idosos institucionalizados. Neste grupo etário, a HO relaciona-se, via de regra, com a presença de múltiplos fatores etiológicos (drogas e enfermidades diversas), associados a alterações fisiológicas próprias do envelhecimento. A HO de causa neurogênica [disfunções do sistema nervoso autônomo (SNA)] embora apresente uma frequência menor, reveste-se da maior importância se pensarmos que ela pode dar origem a sintomas muito incapacitantes, muitas vezes refratários à terapêutica usual. Todos os especialistas envolvidos com o cuidado de idosos e que procuram diagnosticar HO, deparar-se-ão com um número crescente significativo de HO neurogênica. 

ATENÇÃO: As informações contidas neste artigo têm caráter meramente informativo, e não substituem o aconselhamento e acompanhamento individual pelo profissionais competentes! Procure um médico! Faça a coisa CERTA!!

1º Passo - Reconhecendo a hipotensão ortostática (Sintomatologia) - Os sintomas sugestivos de HO aparecem com as mudanças de posição, particularmente pela manhã ou após refeições copiosas, exercício físico e banho quente, situações que levam a uma redistribuição desfavorável do volume sanguíneo. Os sintomas podem ser secundários à hipoperfusão cerebral (tonteira, síncope, quedas, distúrbios visuais déficits neurológicos focais, cervicalgia com irradiação para os ombros) ou à hipoperfusão de órgãos à distância (claudicação intermitente, isquemia silenciosa, angina de peito, IAM). Quando a HO ocorre pós-exercício físico, seus sintomas (cansaço, sensação de peso nos membros inferiores e dispneia) podem ser mal interpretados pelo idoso ou passarem despercebidos.

2º Passo - Medida da pressão arterial - Perante a suspeita da HO, o próximo passo é procurar detectar a presença de queda na pressão arterial (PA) postural. Não existe uma metodologia padronizada para a aferição da PA em ortostatismo. 
A hora do dia, o tempo transcorrido desde a última refeição e o tempo que o paciente deve repousar em decúbito dorsal antes da medida, tudo isso pode interferir na medida da pressão postural. Recomenda-se que, antes da medida da PA em ortostatismo, o paciente repouse em decúbito dorsal por, pelo menos, 30min, medindo-se a PA a cada 10min. Considera-se como PA supina, a 3ª medida (30ºmin). O tempo no qual a PA deve ser medida após se levantar também é variável em diversos estudos, onde a medida é realizada somente até o 2ºmin, embora se saiba que em alguns pacientes, a queda da pressão é gradual, só ocorrendo após o 2ºmin. Portanto, a medida da PA em ortostatismo deve prosseguir até, pelo menos, 4min, quando necessário. 

Não há consenso na literatura quanto à definição de HO, particularmente no idoso. Estudos de populações de idosos, entretanto, demonstraram que uma queda na pressão arterial sistólica (PAS) de 20mmHg ou mais pode produzir sintomas de má perfusão cerebral, sendo ainda um importante fator de risco para quedas 10 e síncopes 11 e se associa a um aumento da taxa de mortalidade em cinco anos, em pacientes diabéticos e hipertensos. Apesar de não haver concordância geral, uma queda de 20mmHg na PAS é o valor mais aceito para o diagnóstico de HO em idosos.



A pressão arterial ortostática é um sinal vital medido em pacientes que podem ter problemas circulatórios. A chamada "hipotensão ortostática" é caracterizada por uma queda considerável da pressão arterial de alguém que está de pé — e gera sensações de atordoamento e vertigem. É diagnosticada quando a pressão arterial sistólica (que tem um valor maior) de uma pessoa cai em 20 unidades ou a diastólica (o menor valor) cai em 10 unidades quando ela se levanta. Para fazer um diagnóstico por conta própria, meça essas pressões em diferentes posições.

Medindo a pressão arterial com a pessoa deitada:
Você precisará de um Estetoscópio e de um Esfigmomanômetro 

1
Peça que a pessoa se deite e fique ereta em um sofá, mesa ou cama por pelo menos cinco minutos. Passe o esfigmomanômetro bem pelo braço direito do paciente e prenda a tira de velcro.

2
Ponha o estetoscópio sobre a artéria braquial. Com o esfigmomanômetro envolvido no braço da pessoa, peça que ela deixe a palma da mão virada para cima e ponha o estetoscópio no ponto interior do cotovelo. Esse equipamento tem uma superfície ampla e, por isso, poderá alcançar toda a artéria (que passa ali). Você ouvirá os sons para verificar a pressão.

3
Use a bomba para inflar a braçadeira. Infle-a até chegar ao valor inicial de 200 e, depois, esvazie-a. Nesse processo, consulte o valor da pressão arterial sistólica; ela representa a força com que o sangue é bombeado pelas artérias (e costuma ficar entre 110 e 140).
  • Você reconhecerá a pressão arterial sistólica no momento em que ouvir os "baques" no estetoscópio. Esses serão os sons do sangue passando pela artéria braquial.
  • Memorize esse valor e continue ouvindo bem enquanto esvazia a braçadeira.
4
Anote a leitura da pressão diastólica após o som se extinguir. Ele será menor (entre 60 e 90). A diastólica representa a pressão nas artérias nos intervalos dos batimentos cardíacos.
  • Anote os valores das pressões arteriais sistólica e diastólica, separando-os com uma barra. Eles são medidos em milímetros de mercúrio ou mmHg. Por exemplo: "120/70 mmHg".

5
Para finalizar, meça o pulso radial do paciente. Para encontrá-lo, ponha o indicador e o dedo médio por cima da parte interna do pulso direito. Quando sentir a pulsação, consulte um relógio por exatos 60 segundos, contando os batimentos.
  • A maioria das pessoas tem entre 60 e 100 batimentos por minuto (BPM). Se você encontrar um valor maior, seu paciente pode não ser capaz de se levantar e continuar o exame.
  • Anote o pulso (ou a frequência cardíaca) e, depois, prepare-se para as próximas etapas do exame — em que terá de pedir que a pessoa se levante.
Medindo a pressão arterial com a pessoa em pé:

1
Peça que a pessoa fique de pé em um local onde possa se apoiar (caso sinta fraqueza nos pés). Ademais, peça que segure algo com a mão esquerda enquanto você mede a pressão e o pulso do braço direito.
  • Espere até que o paciente esteja estável — mas faça o exame assim que possível (dentro de um minuto) depois dele se levantar.
  • Peça que a pessoa fale caso sinta atordoamento ou tontura, para que você a ajude a se sentar. Embora ela tenha de estar de pé para que o exame seja bem feito, não arrisque piorar a situação.
2
Infle a braçadeira do esfigmomanômetro mais uma vez. Meça as pressões arteriais sistólica e diastólica e anote os valores. Depois, repita o exame do pulso e anote os resultados.

3
Espere dois minutos, enquanto o paciente continua de pé. Após esses dois minutos (e três minutos depois que a pessoa tiver se levantado), você obterá outro valor para a pressão arterial. Infle a braçadeira mais uma vez e anote os valores da sistólica e diastólica. Na fisiologia normal, os valores obtidos devem ser maiores na segunda vez, já que o corpo teve mais tempo para se acostumar à mudança na postura.

4
Meça o pulso do paciente mais uma vez e anote o resultado. Peça que ele se sente enquanto você calcula as alterações da pressão e examina os valores.

Avaliando os resultados...

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Avalie os resultados. Subtraia os valores do minuto em que a pessoa ficou de pé dos valores em que ficou deitada. Subtraia também os três minutos em que ficou deitada; assim, você poderá comparar tudo e ver em quanto tempo o corpo se adaptou.
  • Se o valor da pressão sistólica cair em 20 mmHg ou a diastólica cair em 10 mmHg, é provável que ela tem esse problema.
  • Atenção: o provável "diagnóstico" dessa condição se baseia no valor da pressão arterial do minuto em que a pessoa ficou de pé, não no valor da pressão dos outros três minutos (que serve apenas para se fazer uma comparação e ver a velocidade em que o corpo se adapta quando demora mais para se levantar).
  • Veja também se o pulso do paciente aumentou a uma frequência normal. Geralmente, esse valor aumenta entre 10 e 15 batimentos por minuto. No entanto, caso se eleve a 20 batimentos ou mais, aconselhe a pessoa a procurar um médico para um exame mais profissional.
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Considere os sintomas da pessoa. A diferença entre os valores da pressão enquanto ela estava deitada e enquanto estava de pé não importa; se o paciente se sentir atordoado ou tonto sempre que se levantar, deverá consultar um médico para fazer um exame mais profissional e detectar a causa desses problemas. Esses sintomas são suficientes para que se faça o diagnóstico da hipotensão ortostática, quaisquer sejam os valores da pressão. Por isso, é importante saber o que a pessoa sente quando se ergue de repente.

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Entenda por que é importante medir a pressão arterial ortostática. A hipotensão ortostática (quando a pressão arterial da pessoa fica baixa logo após ela se levantar) é muito comum, principalmente entre idosos. Causa sintomas como atordoamento e tontura e pode fazer com que o paciente desmaie ao se erguer devido ao baixo fluxo sanguíneo. Esteja ciente dessa condição para poder corrigi-la ou aprender a viver com ela.
  • Eis algumas causas comuns de hipotensão ortostática em idosos: uso de medicamentos, desidratação, consumo insuficiente de sal (embora exagerar nesse consumo possa aumentar a pressão) ou a simples demora na normalização da pressão arterial quando se fica de pé — o que, de certa forma, tem a ver com o processo natural de envelhecimento.
  • Embora a hipotensão ortostática seja rara em pessoas jovens, ainda pode ocorrer como consequência de outras doenças ou devido à desidratação extrema ou à perda de altas quantidades de sangue em situações de trauma.
Fonte: http://pt.wikihow.com/Medir-a-Press%C3%A3o-Arterial-Ortost%C3%A1tica


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