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Profissional especializado em Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida. Sérgio Nunes e sua empresa QualiFis, pretendem desenvolver junto aos seus alunos e clientes a ideia da verdadeira Saúde, que obviamente não é apenas a ausência de doença, mas também o Encantamento com a Vida, dotando-os de um entendimento adequado de se Priorizar, de compreender que vale a pena Investir no seu Potencial de Ser, através do investimento na melhoria da Qualidade de Vida, aprimorando a saúde e usando como meio, a Atividade Física, em suas mais diferentes possibilidades.

“As informações, dicas e sugestões contidas nesse blog têm caráter meramente informativo, e não substituem o aconselhamento individual e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física.”

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domingo, 20 de maio de 2012

PROTEJA-SE DA GRIPE!




12 milhões já tomaram vacina da gripe, mas


grávidas aderem menos!



Número corresponde a 41% da cobertura nacional, quando meta é de 80%.
Cobertura das gestantes chegou a 37% e dos índios a 27% até essa quinta.


Pelo menos 12,2 milhões de pessoas já tomaram a vacina contra a gripe em todo o país, número que corresponde a  41% de toda a cobertura vacinal, segundo balanço parcial da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. No entanto, grávidas, profissionais de saúde e indígenas têm índice de adesão menor do que a média nacional: 37% e 27%. Os números foram atualizados até a manhã desta quinta-feira (17). A meta do Ministério da Saúde é vacinar 24,1 milhões de pessoas, ou seja, 80% do público alvo, até a próxima sexta-feira (25/05), último dia da campanha.

A vacinação é indicada para pessoas com mais de 60 anos de idade, trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e menores de dois anos, gestantes e povos indígenas. Neste ano, a campanha também vai chegar à penitenciárias, onde imunizará mais de 500 detentos.
Quem se encaixa no perfil do público-alvo e ainda não se vacinou, pode procurar um dos postos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina protege contra a gripe sazonal e a gripe A (H1N1), popularmente conhecida como “gripe suína”, e está disponível nos postos desde o dia 5 de maio. A dose é considerada segura pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Crianças e idosos aderem mais - 
As crianças são as que apresentam maior percentual de cobertura até o momento, segundo o balanço. Mais de 2 milhões foram vacinadas, valor que corresponde a 48% da meta de 4,3 milhões. Crianças vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses da vacina, com intervalo de 30 dias. Já crianças que receberam uma ou duas doses da vacina em 2011 deverão tomar apenas uma dose neste ano.

Em relação aos idosos, 8,3 milhões já foram aos postos tomar a vacina, número que representa 40% de cobertura vacinal. Este público chega a 20,5 milhões de pessoas.
A adesão está mais baixa entre os profissionais de saúde, gestantes e população indígena.
Ao todo 947,2 mil profissionais de saúde se vacinaram nesse período, número correspondente a 38% dos mais de 2,4 milhões de profissionais que atuam no atendimento aos doentes nas unidades de referências para o agravo. A ideia é preservar essa força de trabalho e evitar a propagação da doença para a população de alto risco.
Desde o começo da campanha, 808,7 mil gestantes tomaram a vacina, o que indica 37% de cobertura vacinal em relação ao público-alvo de 2,1 milhões de futuras mães.
Já a população indígena recebeu 159,9 mil doses da vacina. Neste grupo a cobertura vacinal atingiu 27% em relação à população total de 586,6 mil, no período.
Segundo o Ministério da Saúde, como essa população recebe a vacina nas aldeias onde vivem - algumas de difícil acesso - os dados são colocados no sistema apenas quando as equipes retornam. Diferente das outras populações cuja atualização é diária.
Vacinação por regiões - 
A região Sul concentra, proporcionalmente, a maior quantidade de pessoas que se vacinaram contra a gripe nas vésperas da chegada do inverno. Foram aplicadas 2,1 milhão de doses na região, número correspondente a 47% do público-alvo, que soma mais de 4,4 milhões.

Em seguida, aparece a região Centro-Oeste onde 854,4 mil pessoas foram vacinadas, alcançando cobertura de 43% do público-alvo de 2 milhões. Na região Nordeste, 3,2 milhões de pessoas foram vacinadas, ou seja, 40% do total de 8,1 milhões.
Já no Sudeste, 5,1 milhões receberam a dose da vacina contra a gripe, o que representa 39% de cobertura. A soma do público-alvo na região chega a 13,2 milhões de pessoas.
Na região Norte, 851,4 mil pessoas receberam a vacina. O número corresponde a 38% do público-alvo, que é de 2,2 milhões de pessoas.
Semelhante à campanha do ano passado, devem se vacinar nesse prazo idosos, crianças de seis meses a menos de dois anos, grávidas, indígenas e profissionais de saúde.
Sobre a Vacina - 
A dose trivalente imuniza contra  gripes sazonais e a influenza A (H1N1), popularmente conhecida como "gripe suína".
Este ano, a vacina protege contra três tipos do vírus Influenza - H1N1, H3N2 e influenza B.
"É uma vacina diferente das outras, feita exclusivamente para uso em campanha com base nos tipos de gripe de maior transmissão no ano anterior".


H1N1 - 
Em 2011, o Ministério da Saúde registrou redução de 64,1% no número de mortes (53) causadas pelo agravamento da gripe do tipo H1N1 na comparação com o ano anterior, quando 148 pessoas morreram. Já o s casos  graves notificados diminuíram de 9.383 para 5.230, o que equivale a uma queda de 44%.

"A gripe H1N1 não é mais considerada pandêmica pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mas é um tipo de vírus que ainda circula. Se a população se proteger ao se vacinar e se os profissionais de saúde prescreverem corretamente a população, nós podemos reduzir cada vez mais os óbitos nesses casos", disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.


A novidade deste ano é que cerca de 500 mil detentos também tomarão a vacina. A medida visa a evitar a proliferação da doença entre a população que vive aglomerada, já que o vírus da gripe é de fácil transmissão.

Doentes crônicos e imunodeprimidos, como portadores do HIV, também poderão ser vacinados mediante apresentação de receita médica em qualquer posto de saúde.

A mesma vacina também pode ser encontrada em laboratórios particulares, onde podem recorrer as pessoas fora do grupo priorizado pela campanha. Nestes locais, a vacina pode ter grande variação de preço, de R$ 50 a R$ 119.

"Qualquer indivíduo maior que seis meses pode receber a vacina contra a gripe, a não ser que já tenha apresentado uma reação alérgica grave à vacina ou algum de seus componentes. Deve-se evitar também a vacinação em pessoas que estão com doenças agudas febris moderadas ou graves, nestes casos recomenda-se adiar a vacinação até a melhora do quadro", afirmou Claudia Figueiredo Mello, infectologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, localizado em São Paulo.


Prevenção -
O Ministério da Saúde recomenda como medida de prevenção para evitar a gripe que se mantenham cuidados básicos de higiene. Entre eles está a lavagem frequente das mãos com água e sabão.



O Ministério também sugere que se evite tocar olhos, boca e nariz depois de contato com superfície e que não se compartilhe objetos de uso pessoal. Ao tossir ou espirrar, a boca e o nariz devem ser cobertos com um lenço.

Abaixo, tire suas dúvidas sobre a vacina e sobre gripe com informações do Ministério da Saúde e da coordenadora de imunizações da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.
1) Contra quais gripes a vacina protege?
Para 2012, a vacina influenza é trivalente. Isto é, composta por três vírus inativados: vírus similar ao vírus influenza A (H1N1), vírus similar ao vírus influenza A (H3N2) e vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane. Ela protege contra as formas mais comuns da gripe nesta temporada e contra o vírus da gripe A (conhecida popularmente como "gripe suína").

2) Quem deve tomar a vacina?
Na Campanha Nacional de Vacinação de 2012, a vacina contra gripe estará disponível gratuitamente para:

- pessoas acima de 60 anos;
- crianças de 6 meses a menores de 2 anos;
- gestantes;
- trabalhadores das unidades de saúde que fazem atendimento aos pacientes com o vírus da gripe;
- indígenas;
- detentos;
- pacientes com doenças crônicas e imunodeprimidos que apresentarem receita médica em qualquer posto de saúde.



3) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses grupos?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como uma pneumonia, e morrer pela doença.


4) Onde será realizada a vacinação?
Em 65 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) espalhados pelo país. Estes postos estão situados em Unidades Básicas de Saúde.

5) Quem se vacinou no ano passado, precisa se vacinar de novo?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após tomar a vacina. E também porque a sua composição é feita conforme os vírus que circularam no ano anterior.

6) O que é influenza?
A "influenza" é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e inverno.

7) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus Influenza (tipos A, B e C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado pelo Rhinovírus (com seus vários tipos), sendo que a transmissão entre as pessoas se dá através das vias respiratórias.

Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores, com congestão nasal, coriza, tosse, rouquidão, febre variável, mal-estar, dor no corpo e na cabeça. Mas, enquanto a gripe deixa a pessoa de cama, geralmente o resfriado não passa de tosse e coriza. A vacina não protege contra resfriados.
8) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.

9) A vacina contra gripe imuniza contra resfriado? 
Não. A vacina influenza protege contra os vírus da Influenza que estão circulando no país e pode mudar a cada ano.

10) A vacina tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.

11) Posso ficar gripado (a) depois de me vacinar?
Não, isso é um mito. A vacina contra a influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe.

Na época em que a vacina é aplicada, circulam diversos vírus respiratórios diferentes, que podem não ser o da gripe em questão, e as pessoas podem acabar infectadas por não estarem ainda imunizadas.
A pessoa pode também pegar um resfriado, já que a vacina não protege contra resfriados.
12) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de seis a 12 meses.

13) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Após a campanha só serão vacinadas a população prisional e pessoas que apresentem condições clínicas específicas.

14) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito que um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença. Mas clínicas as privadas poderão disponibilizar a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

15) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável a busca de avaliação médica antes de efetuar a vacinação.

16) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não é obrigatório, mas é necessário para atualização de outras vacinas do calendário de vacinação. Para quem não apresentá-la no momento da vacinação, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.

17) Pessoas que usam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a vacinação.

18) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde de 2011 declarou que o doador fica inapto para fazer a doação pelo período de um mês a partir da data que foi vacinado contra a Influenza. Depois do prazo, pode fazê-la.
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terça-feira, 26 de abril de 2011

SOBRE A GRIPE

Com a proximidade do período mais frio do ano, é importante se informar e tomar alguns cuidados! 

Gripe ou influenza é uma das doenças respiratórias mais frequentes e perigosas que atingem o homem. O seu causador é um vírus, o “Myxovirus influenzae”. Infelizmente esse vírus da influenza possui a capacidade de mudar constantemente suas características, o que possibilita que uma mesma pessoa possa ter várias episódios de gripes durante a vida. 

Dois motivos para isso: as mutações frequentes do vírus e sua disseminação fácil e rápida. 

Chamamos de Endemia quando uma doença infecciosa ocorre sempre e regularmente do mesmo modo significativo em determinada região (doença de Chagas, no Brasil, por exemplo). Epidemia quando é transitória, atacando simultaneamente enorme quantidade de pessoas em uma determinada localidade. Pandemia é uma epidemia disseminada por vários países. As epidemias são potencialmente (e mesmo historicamente) de elevada letalidade (exemplo: a gripe asiática).

Não existem tratamentos clínicos eficientes, na maior parte das vezes usamos apenas tratamentos dos sintomas (pelos antigripais). Vale lembrar que não adianta tomar “Vitamina C”, ou outras vitaminas com intenções de cura. Isto jamais vai acontecer.

A gripe suína, ou melhor, “Influenza A” é uma mistura de pedaços de genes de três vírus: de suíno, de ave e de ser humano. O contágio se dá pelas gotículas de saliva (com o vírus), que ficam no ar pelo espirro ou nas mãos do paciente infectado pela coriza. 

O atleta ou esportista que se exercita em excesso, tem como efeito negativo na saúde, uma diminuição da imunidade geral e em conseqüência um maior risco de infecções por vírus. Portanto neste período... nada de exageros!
A orientação médica resume-se ao tratamento dos sintomas, hidratação, e alimentação adequada, segundo a prescrição médica. 

IMPORTANTE: Fundamental é a recomendação de que na suspeita de uma virose (inclusive a gripe) impõem-se o afastamento de todas as atividades físico/esportivas até a cura total. Não se deve abrir mão dessa atitude nunca!
A gripe é uma doença infecciosa aguda que afeta aves e mamíferos. É causada pelo Vírus ARN da família Orthomyxoviridae (dos vírus influenza). O nome influenza vem da língua italiana, e significa "influência" (em latim, influentia). Em humanos, os sintomas mais comuns da doença são calafrios e febre, dor de garganta, dores musculares, dores de cabeça, tosse, fadiga e mal estar. Em casos mais graves causa pneumonia, que pode ser fatal, particularmente em crianças pequenas e idosos. Embora às vezes seja confundida com o resfriado, a gripe é muito mais grave e causada por vários tipos de vírus. Pode causar náusea e vômito, especialmente em crianças, mas tais sintomas são mais característicos da não relacionada gastroenterite, que pode ser chamada de "gripe de estômago" ou "gripe de 24 horas".

Tipicamente, a gripe é transmitida por mamíferos infectados por meio do ar por tosses ou espirros, criando partículas contendo o vírus, e por aves infectadas por meio de suas fezes. Pode também ser transmitida pela saliva, secreções nasais, fezes e sangue. Infecções também ocorrem por meio de contato com estes fluidos corporais ou com superfícies contaminadas. Os vírus podem infectar por cerca de uma semana à temperatura do corpo, e por mais de 30 dias a 0 °C (32 °F), e por períodos mais longos em temperaturas mais baixas. A maior parte das variedades do influenza pode ser facilmente neutralizada por meio de desinfetantes e detergentes.

A gripe se espalha ao redor do mundo em epidemias, que resultam em mortes de centenas de milhares de pessoas anualmente — milhões em anos de pandemia. Três epidemias da doença ocorreram no século 20 mataram dezenas de milhões de pessoas, com cada uma destas pandemias sendo causada pelo surgimento de uma nova variedade do vírus em humanos. Frequentemente, estas novas variedades resultam de uma gripe existente em espécies animais para seres humanos. A gripe aviária, chamada H5N1 mostrou-se a de maior risco para uma nova pandemia de gripe desde que começou a matar humanos na Ásia nos anos 1990.

Felizmente, não sofreu uma mutação para uma forma que se espalha facilmente entre as pessoas. Em 2009, o México registrou os primeiros sintomas da gripe suína transmitida pelos porcos aos humanos. O virus sofreu mutações e atualmente é transmitido de humanos para humanos.

Vacinações são geralmente dadas às pessoas em países desenvolvidos com um menor risco de contrair a doença e às aves de criação. A vacina humana mais comum é a chamada vacina trivalente que contem material purificado e inativo de três variedades do vírus. Tipicamente, esta vacina inclui material de subtipos da variedade A e uma da B. A vacina formulada para um ano pode ser ineficaz no ano seguinte, pois os vírus mudam rapidamente ao longo do tempo, e diferentes variedades se tornam dominantes. Medicamentos anti-virais podem ser utilizados para o tratamento, especialmente os com inibidores de neuramidase.

A palavra "gripe" foi tomada do francês "grippe", equivalente a influenza, e é a denominação de uma enfermidade causada por um vírus, que afeta o ser humano, assim como alguns mamíferos e aves, e se caracteriza por febre, dor de garganta, debilidade, dores musculares, articulares e de cabeça. Ocasionalmente, pode complicar-se com pneumonia.

Há várias hipóteses sobre a origem da palavra, que se empregava em francês em começos do século XIV com o sentido de gancho ou também de garra. Na primeira metade do século XVII, "grippe" era usada com o sentido de capricho, desejo repentino, como testemunha a obra de Corneille. Um século mais tarde já era usada com a denotação de catarro epidêmico, em uma extensão do sentido de capricho, provavelmente com base na idéia de que se trata de uma doença que se contrai de maneira brusca, como se fora uma veleidade caprichosa do destino.

Os sintomas da gripe em seres humanos foram claramente descritos por Hipócrates aproximadamente 2400 anos atrás. Desde então, o vírus causou numerosas pandemias.

Dados históricos sobre a gripe são difíceis de serem interpretados porque os sintomas podem ser semelhantes aos de outras doenças, como difteria, febre tifóide, dengue ou tifo. O primeiro relato convincente de epidemia de gripe foi em 1580, que começou na Ásia e se espalhou pela Europa via África. Em Roma, por volta de 8.000 pessoas morreram, e muitas cidades espanholas ficaram praticamente inabitadas. Pandemias continuaram esporadicamente ao longo dos séculos XVII e XVIII, sendo a pandemia de 1830–1833 particularmente vasta; infectou praticamente um quarto das pessoas expostas.

A pandemia mais famosa e letal foi a chamada gripe espanhola (tipo A, subtipo H1N1), que durou de 1918 a 1919. Antigas estimativas apontam para 40–50 milhões de pessoas, enquanto estimativas mais recentes indicam de 50 a 100 milhões de mortos no mundo inteiro. Esta pandemia foi descrita como "O maior holocausto médico da história" e pode ter matado tantas pessoas quanto a peste negra. Esta grande mortalidade foi devido ao grande índice de infecção (acima de 50%) e da extrema gravidade dos sintomas, que suspeitavam ser causados pela tempestade de citocinas. De fato, os sintomas em 1918 eram tão incomuns que a gripe foi inicialmente confundida em diagnósticos como dengue, cólera ou tifóide. De acordo com alguns registros, "uma das mais graves complicações era a hemorragia das membranas mucosas, especialmente do nariz, estômago e intestino. Sangramentos dos ouvidos e hemorragias de petéquia na pele também ocorriam. A maioria das mortes eram de pneumonia bacteriana, uma infecção secundária causada pela gripe, mas o vírus também matou diretamente por meio de graves hemorragias e edemas no pulmão.
A pandemia de gripe espanhola foi verdadeiramente global e se espalhou até mesmo pelo Ártico e ilhas remotas do Pacífico. A gravidade inesperada da doença matou entre 2 e 20% dos infectados, muito alta comparada com as taxas de mortalidades das epidemias de gripe de cerca de 0.1%.

Outro grande diferencial desta pandemia foi a alta taxa de mortalidade de jovens adultos, com 99% de mortes causadas pela pandemia em pessoas abaixo dos 65 anos, e mais da metade entre jovens adultos entre 20 e 40 anos.[20] Isto não é comum, pois a gripe normalmente causa mais mortes em crianças abaixo de 2 anos e idosos acima de 70. O total de mortos pela pandemia de 1918–1919 é desconhecido, mas estima-se que entre 2,5 e 5% da população mundial morreu em consequência da doença. Aproximadamente 25 milhões teriam morrido nas primeiras 25 semanas; para efeito de comparação, o HIV teria matado a mesma quantidade em seus primeiros 25 anos.
As pandemias de gripe posteriores não foram tão devastadoras. Alguns exemplos de tais pandemias foram a de gripe asiática em 1957 (tipo A, variedade H2N2) e a gripe de Hong Kong de 1968 (tipo A, variedade H3N2), mas mesmo estas sendo menores, mataram milhões de pessoas. Com o advento dos antibióticos, controlou-se as infecções secundárias o que pode ter ajudado a reduzir a mortalidade em relação à gripe espanhola de 1918.

A família de vírus Orthomyxoviridae, causadora da gripe, foi primeiro descoberta em porcos por Richard Shope em 1931.Esta descoberta foi seguida pelo isolamento do vírus em humanos por um grupo liderado por Patrick Laidlaw no Medical Research Council do Reino Unido em 1933. Entretanto, só após Wendell Stanley cristalizar o tobacco mosaic virus em 1935 que foi descoberta a natureza não celular dos vírus.

O primeiro passo significante para a prevenção da gripe foi o desenvolvimento de uma vacina feita com vírus mortos por Thomas Francis Jr., em 1944. Esta pesquisa foi baseada em um trabalho de Frank Macfarlane Burnet, que mostrou que o vírus se tornava inativo quando cultivado em ovos de galinha. A aplicação desta observação de Francis permitiu seu grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan a desenvolver a primeira vacina contra a gripe, com o apoio do Exército dos EUA.

O Exército americano estava profundamente envolvido nesta pesquisa devido a sua experiência com a gripe na Primeira Guerra Mundial, quando milhares de tropas morreram por causa do vírus em questão de meses.

A gripe ocorre, mais frequentemente, nos meses de Inverno e, habitualmente, o pico surge entre Dezembro e Março no hemisfério norte. Só atinge o hemisfério sul meio ano mais tarde, na época fria local.
Admite-se, no entanto, a existência de casos esporádicos de gripe ao longo de todo o ano. Os casos de gripe que aparecem isolados fora do Inverno passam habitualmente sem diagnóstico sendo rotulados de síndromes gripais.

Quando a temperatura é baixa e na ausência de radiação ultravioleta do Sol, o vírus sobrevive o tempo suficiente para poder ser transmitido de um pessoa infectada para uma pessoa saudável.
Outro factor facilitador da transmissão do vírus é o agrupamento de muitas pessoas em recintos fechados.
A gripe apresenta uma elevada taxa de transmissão. Transmite-se por partículas da saliva de uma pessoa infectada, expelidas sobretudo através da respiração, da fala, da tosse e dos espirros.
A gripe apresenta um curto período de incubação, o qual é, em média, de 2 dias com intervalo de 4 dias.
O período de contágio inicia-se 1 a 2 dias antes e até 5 dias após o início dos sintomas. O período de contágio nas crianças e nos imunodeprimidos pode ter uma duração superior a 1 semana.

Em humanos, os efeitos da gripe são muito mais severos e duram muito mais que os do resfriado. A recuperação leva de uma a duas semanas. Entretanto, a gripe pode matar, especialmente pessoas fracas, idosas ou com doenças crônicas por piorar problemas de saúde crônicos. Pessoas com enfisema, bronquite crônica ou asma pode sofrer dificuldade de respiração enquanto gripados, e além disso, a gripe pode piorar casos de aterosclerose coronariana ou insuficiência cardíaca. Tabagismo é um outro fator de risco associado com sérias complicações e aumento de mortalidade por gripe.

Os sintomas podem começar repentinamente, um ou dois dias após a infecção. Geralmente os primeiros sintomas são calafrios, mas febre também é comum no início da infecção, com temperaturas corporais acima de 39 °C. Muitos ficam tão doentes que são confinados na cama por vários dias, com dores por todo o corpo, que são piores nas costas e pernas. 

Sintomas de gripe podem incluir:

a) Dores no corpo, especialmente juntas e garganta;
b) Tosse e espirros;
c) Sensação de frio e febre;
d) Fadiga;
e) Cefaleia;
f) Irritação nos olhos;
g) Congestão nasal;
h) Olhos, pele (especialmente a face), boca, garganta e nariz avermelhados;
i) Dor abdominal (em crianças com gripe tipo B).


Habitualmente benigna, a gripe pode ser grave, principalmente para as pessoas idosas ou debilitadas por doenças crônicas. As complicações surgem mais frequentemente em pessoas com doença cárdio-pulmonar preexistente e na gravidez. No caso da gravidez, podem inclusivamente haver repercussões no recém-nascido.
A idade é um fator adicional no aumento das complicações, em particular se o idoso é portador de doença respiratória. As pessoas com 65 ou mais anos apresentam taxas de hospitalização e de mortalidade por pneumonia e gripe superiores às da população em geral.
As complicações respiratórias mais frequentes, que podem levar inclusivamente à hospitalização, são:

Traqueobronquite: infecções das vias aéreas inferiores, sem tradução radiológica e com recorrência e exacerbação da tosse seca inicial, acompanhada por vezes de secreções espumosas sanguinolentas; apesar de poder persistir por 3 semanas, o prognóstico é, em geral, bom.

Pneumonia bacteriana secundária: a hemaglutinina e a neuraminidase, ao ligarem-se às células da mucosa traqueobrônquica, impedem o seu normal metabolismo e provocam inicialmente uma discinésia ciliar e posteriormente a desnudação da mucosa de revestimento do aparelho respiratório, facilitando desse modo o aparecimento das infecções bacterianas secundárias; a quimiotaxia dos neutrófilos e a função fagocítica dos monócitos e macrófagos é bastante alterada; a destruição do pneumócito tipo II diminui a produção de surfactante; clinicamente, os doentes melhoram em 2 a 3 dias após o episódio gripal, retornando a tosse e aparecendo expectoração purulenta; o tratamento é antibioterapia domiciliar ou hospitalar.

Pneumonia primária por Influenza: rara; é a complicação mais grave e surge em indivíduos de alto risco (doentes pulmonares crónicos ou com patologia valvular cardíaca e grávidas); rápido e grave envolvimento pulmonar com dificuldade respiratória, com deterioração do seu estado e eventual evolução para a morte num quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave; alta mortalidade.

Outras complicações possíveis são:

Miocardite: quer no Influenza A quer no B; pode estar relacionada com alguns casos de morte súbita, durante as epidemias de gripe, em indivíduos jovens previamente saudáveis.

Neurológicas: desde encefalite, mielite, radiculite, até síndrome de Guillain-Barré.

Síndrome de Reye: parece estar relacionado com a ingestão de salicilatos; mais comum em crianças, entre os poucos meses e os 14 anos; imputável ao Influenza B; causa necrose gorda do fígado, com uma letalidade elevada que pode atingir os 36%.

A vacinação é o principal método de prevenção e controle da infecção gripal, bem como das suas afecções graves, mas a partir do momento em que um indivíduo fica infectado pelo vírus da gripe e apresenta manifestações clínicas de doença, necessita ser tratada.


Porém, como o vírus da gripe sofre mutação, é impossível desenvolver uma vacina eficiente contra todos os tipos de vírus.

Na maioria dos casos, o repouso na cama e o alívio sintomático são suficientes. Nos indivíduos de alto risco e com complicações pode ser necessária a hospitalização.

Observação especial: Segundo a sabedoria popular, embora contrarie o interesse dos grandes laboratórios, há um tratamento barato e eficaz para a gripe, com emprego apenas de água e sal. É sabido que o sal tem a propriedade de destruir os vírus. O tratamento da gripe, assim, pode ser feito mediante inalações de vapor d'água contendo um pouco de sal. Pode-se também instilar gotas de uma solução de cloreto de sódio nas narinas, bem como fazer gargarejos com salmoura.

Procedimentos adotados em caso de gripe:


Aviso importante: Não é um aconselhamento Médico! Se necessitar de ajuda, consulte um profissional de Saúde Médica. As informações aqui contidas têm caráter apenas informativo.


1 - Procurar isolar-se das outras pessoas, de forma a diminuir o contágio. As pessoas que vivem sozinhas, especialmente se são idosas, devem pedir a alguém que lhes telefone, algumas vezes aor dia, para saber se estão bem;
2- Descansar, ingerir muitos líquidos (água, sumos) e manter a alimentação, comendo o que apetecer mais;
3- Evitar mudanças bruscas de temperatura;
4- Não se agasalhar em demasia (conforto térmico);
5- Contactar um médico, se é portador de doença crônica ou prolongada;
6- Tomar medicamento para baixar a febre (antipiréticos). Se tiver muitas dores também pode tomar analgésicos. Consulte seu médico para averiguar possíveis alergias, pois remédios antigripais não necessitam de prescrições médicas na maioria dos lugares. Se estiver no Brasil, em região acossada por epidemia de dengue, evite o uso de derivados do ácido acetil-salicílico (Aspirina). Os sintomas da dengue podem ser confundidos com os da gripe, e o uso de Aspirina pode agravar um caso de dengue diagnosticado erroneamente como gripe;
7- Fazer atmosfera úmida, se tiver tosse;
8- Aplicar soro fisiológico para desentupir/descongestionar o nariz;
9- Pode não ser aconselhável tomar medicamentos que reduzam a tosse;
10- Não tomar antibióticos sem aconselhamento médico, dado serem recomendados apenas para o tratamento de algumas complicações infecciosas da gripe;
11- Grávidas e mães a amamentar devem receber auxílio de seu médico;
12- Nas crianças, não se deve dar remédios sem conselho médico;
13- Durante o período de doença, o indivíduo não deverá ser vacinado.


Aviso importante: Não é um aconselhamento Médico! Se necessitar de ajuda, consulte um profissional de Saúde Médica. As informações aqui contidas têm caráter apenas informativo.

A melhor maneira de se proteger da gripe é fazer a vacinação anual contra o Influenza antes de iniciar o inverno, época em que ocorrem mais casos. Ela pode ajudar a prevenir os casos de gripe ou, pelo menos, diminuir a gravidade da doença. Sua efetividade entre adultos jovens é de 70-90%. Cai para 30-40% em idosos muito frágeis , isso porque estes têm pouca capacidade de desenvolver anticorpos protetores após a imunização (vacinação). Contudo, mesmo nesses casos, a vacinação conseguiu proteger contra complicações graves da doença como as hospitalizações e as mortes. Esta prevenção é ainda mais necessária, dado não existir um tratamento específico que se revele totalmente satisfatório.

A vacinação é eficaz porque, em até 75% das situações, evita o aparecimento da gripe e, em 98% dos casos, diminui a gravidade da doença. No entanto, não dá proteção em longo prazo porque o vírus muda constantemente – pequenas mutações – com novas estirpes e variantes a emergirem, pelo que as pessoas não conseguem desenvolver imunidade específica às estirpes individuais que vão aparecendo. Sendo assim em regiões temperadas, onde há muitos casos de infecção, sua ação pode diminuir bastante, devido a variação genética. Causando a sensação de que a vacinação "Não serviu para nada!". Em casos de grande variação genética e eficiência da vacina pode diminuir bastante, em todo caso vacinar-se contra à gripe é uma decisão pessoal em que se pesam o risco e o benefício.

Pessoas com doenças crônicas, cardíacas e respiratórias não podem abrir mão, contudo indivíduos com determinadas alergias aos componentes da vacina, como proteínas do ovo e tiomersal devem ponderar bem.

As vacinas contra a gripe começaram a ser produzidas pela primeira vez em 1937; no entanto, estas vacinas provocavam graves reacções e não eram muito eficazes na prevenção da doença. No final dos anos 60 do século XX duas grandes descobertas ajudaram a melhorar as vacinas antigripais. A primeira foi a purificação da vacina de forma a minorar os efeitos secundários e a segunda foi a caracterização das duas proteínas de superfície do vírus: a hemaglutinina e a neuraminidase. Esta caracterização permitiu um rápido reconhecimento das mutações virais e a produção relativamente rápida de uma vacina anual mais eficaz e mais segura.

Na maioria dos países ocidentais, as autoridades de saúde emitem anualmente recomendações quanto à vacinação contra a gripe, destinadas a grupos específicos em maior risco de infecções gripais ou suas complicações, existindo, na generalidade, uma semelhança entre aqueles grupos na Europa.

Em Portugal, por exemplo, as vacinas previamente autorizadas, e que estão conforme as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para cada ano, estão à venda nas farmácias sendo comparticipadas em 40% do seu preço total, mediante receita médica.

Lá, a Direção-Geral da Saúde aconselha a vacinação, preferencialmente no Outono, aos seguintes grupos:

I) Pessoas consideradas com alto risco de desenvolver complicações pós-infecção gripal:

a) Indivíduos com 65 ou mais anos de idade, particularmente os residentes em lares ou outras instituições;
b) Pessoas residentes ou com internamentos prolongados em instituições prestadoras de cuidados de saúde, independentemente da idade (ex: deficientes, centros de reabilitação);
c) Pessoas sem abrigo;
d) Todas as pessoas com idade superior a 6 meses, incluindo grávidas e mulheres a amamentar, que sofram de:
- doenças crónicas pulmonares (incluindo asma), cardíacas, renais e hepáticas;
- diabetes mellitus ou outras doenças metabólicas;
- outras situações que provoquem depressão do sistema imunitário, como corticoterapia, infecção pelo VIH e cancro;
e) Crianças e adolescentes (6 meses - 18 anos) em terapêutica prolongada com salicilatos, estando portanto em risco de desenvolver o síndrome de Reye após a gripe.

II) Pessoas que podem transmitir o vírus aquelas consideradas de alto risco:

a) Pessoal dos serviços de saúde e outros serviços em contacto directo com pessoas de alto risco;
b) Pessoal dos serviços de saúde que trabalha em hospitais e que tenha contacto directo com doentes internados;
c) Coabitantes (incluindo crianças com mais de 6 meses) de pessoas de alto risco.

III) No contexto de uma eventual emergência de Síndrome respiratório agudo (SRA): deve ponderar-se a vacinação contra a gripe em viajantes que se desloquem para áreas em que à data, segundo a OMS, haja transmissão de SRA.

Pode ainda ser ponderada a vacinação de outras pessoas ou grupos que, por analogia, se considerem em igual risco de contrair ou transmitir a gripe.

A vacinação contra a gripe está contra-indicada em:

a) Antecedentes de reação grave a uma dose anterior da vacina;
b) Alergia ao ovo.

Não se recomenda portanto, a vacinação da população em geral, uma vez que as formas graves da doença se observam principalmente entre pessoas de idade ou debilitadas por afecções crônicas.


De qualquer modo, é importante o indivíduo aconselhar-se com o seu médico antes de proceder à vacinação.


A pessoa doente deve tomar algumas medidas para aumentar as defesas do organismo e evitar a transmissão da doença a outras pessoas e para ter seu tratamento mais rápido. Os principais cuidados são:

• Descansar bastante e alimentar-se bem;

• Beber muitos líquidos como consumos de frutas ou água;

• Tomar sucos naturais;
• Tomar os remédios na hora certa;
• Usar o lenço ao tossir ou espirrar, o que contribui para evitar a contaminação de outras pessoas.


Caso os sintomas da doença tenham se apresentado a menos de dois dias, o doente poderá discutir com o seu médico a possibilidade de se usar um tratamento antiviral. 

O indivíduo enfermo deverá fazer repouso, evitar o uso de álcool ou fumo, procurar se alimentar bem e tomar bastante líquidos, além de usar medicações para a febre e para a dor aspirina (se tiver 18 anos ou mais), acetaminofen ou ibuprofeno. Outros medicamentos podem ser usados para a melhora dos sintomas do nariz, como a coriza (corrimento do nariz) ou congestão nasal. Retorno às atividades normais somente após os sintomas terem ido embora. Para combater e prevenir a gripe pelo vírus influenza do tipo A, a amantadina poderá ser empregada em crianças com mais de 1 ano de idade. A rimantadina é outra opção nestes casos. Entretanto, para tratamento ela só poderá ser usada em adultos. Estes dois medicamentos antivirais podem ajudar no processo de cura desde que utilizados nas primeiras 48 horas da doença.




Fontes:
http://www.webrun.com.br (Dr. Nabil Ghorayeb)