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Profissional especializado em Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida. Sérgio Nunes e sua empresa QualiFis, pretendem desenvolver junto aos seus alunos e clientes a ideia da verdadeira Saúde, que obviamente não é apenas a ausência de doença, mas também o Encantamento com a Vida, dotando-os de um entendimento adequado de se Priorizar, de compreender que vale a pena Investir no seu Potencial de Ser, através do investimento na melhoria da Qualidade de Vida, aprimorando a saúde e usando como meio, a Atividade Física, em suas mais diferentes possibilidades.

“As informações, dicas e sugestões contidas nesse blog têm caráter meramente informativo, e não substituem o aconselhamento individual e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física.”

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sexta-feira, 31 de março de 2017

SAÚDE E NUTRIÇÃO (31/03 DIA NACIONAL DA SAÚDE E NUTRIÇÃO)


Com intuito de alertar a população sobre os cuidados necessários no cotidiano para manutenção de uma rotina saudável, o Dia Nacional da Saúde e Nutrição é celebrado em 31 de março. Mais da metade dos brasileiros apresentam sobrepeso e a obesidade já atinge a 20% das pessoas adultas, segundo dados do mais recente relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).
A manutenção da saúde está relacionada a diversos fatores que influenciam o desenvolvimento do indivíduo, desde a fase de vida intra-uterina, porém nenhum deles é tão importante quanto a alimentação. 
A nutrição humana tem início na vida embrionária, sendo todo o período de gestação um processo nutritivo: a mãe transfere para o filho os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento. Para que isto ocorra, é preciso que a gestante receba uma alimentação adequada.
Após o nascimento, até aproximadamente os quatro anos, a criança passa por transformações muito rápidas, por isso sua alimentação deve ser bem equilibrada. Carências nutricionais nesta fase, em que o cérebro completa sua formação, podem ser responsáveis por danos irreparáveis no desenvolvimento mental, os quais podem ser percebidos apenas no período escolar: dificuldade de alfabetização, raciocínio lento e outros problemas da aprendizagem podem ter origem na má nutrição.
Também a formação óssea pode vir a apresentar alterações indesejáveis, com o processo de crescimento, decorrentes de carências nutritivas: deformações do tórax, arqueamento das pernas e estatura abaixo do normal.
É através da alimentação que o organismo recebe os nutrientes necessários à manutenção da saúde. Por isso, desaconselha-se o uso de complementos nutricionais sob a forma de medicamentos (como complexos vitamínicos, minerais e outros) a não ser por prescrição médica. A verdadeira fonte de nossas riquezas está no alimento, seja ele ingerido na sua forma natural ou modificado.
Deste modo, aconselha-se, desde a mais tenra infância a adoção de hábitos alimentares saudáveis, capazes de contribuir para a saúde do indivíduo em todas as fases de sua vida. O conceito de saúde que adotamos é da Organização Mundial de Saúde"Completo bem-estar e pleno desenvolvimento das potencialidades físicas, psico-emocionais e sociais e não a mera ausência de doença ou enfermidade." Assim, o ser humano está saudável quando apresenta uma relação produtiva e harmoniosa consigo mesmo e também com o meio ambiente, na sua cultura e na sua época.


Especialistas alertam que a importância dos cuidados com a saúde e alimentação deve ser lembrada diariamente. 
Comemorada no dia 31 de março, a data tem o objetivo de sensibilizar a população sobre os cuidados necessários no cotidiano para manutenção de uma rotina saudável. De acordo com uma a pesquisa “O que é para o brasileiro viver ao máximo?”, idealizada pela Abbott e feita com cinco mil homens e mulheres de todas as regiões do País, aspectos como alimentação desregulada (38%) e sobrepeso (43%), uma condição que já atinge 53,9% da população, foram citados como impeditivos para se viver plenamente.
Muitas pessoas acreditam que não conseguem melhorar a alimentação porque não consegue seguir uma dieta, não é disciplinada, mas ter uma alimentação saudável não é isso. “A nutrição não é restritiva, tem que ser equilibrada. Não é trocar a refeição, mas mudar o que se consome. Deixar de consumir produtos industrializados todos os dias e comer apenas um dia, por exemplo, já uma mudança de hábito, que ajuda você a dormir melhor e não ficar muito cansado”.
A dica para quem quer ter uma alimentação saudável é trocar os produtos industrializados pelos "in natura" e minimamente processados (entenda as diferenças clicando no link) que são encontrados em feiras locais a supermercados que oferecem uma enorme variedade de produtos naturais, orgânicos, desidratados de marcas nacionais e locais como no Eco-Estação, aqui em Curitiba/PR, em que vários produtos naturais, integrais e orgânicos são comercializados, o que auxilia a manter uma alimentação saudável, equilibrada e barata.
E claro, sempre procurar um especialista antes de qualquer coisa. “Mudar hábitos alimentares é importante para prevenir algumas patologias e ter uma vida mais saudável. Mas é preciso consultar um profissional para seguir as recomendações”, ressaltando que entre os principais vilões da alimentação saudável estão: refrigerantes, pizza, massa, sanduíches, mortadela, salsicha, calabresa, sucos de caixinha, entre outros. “Consumidos todos os dias acaba interferindo na saúde”.
Importante lembrar que o campo da saúde abrange diferentes áreas, sendo a nutrição reconhecida como uma área interdisciplinar que procura identificar a interação e a integração entre os alimentos, o meio ambiente, os fatores sociais e econômicos na busca da qualidade de vida e saúde do homem contemporâneo. A nutrição alcança questões do indivíduo e da coletividade, buscando os direitos e as possibilidades para cada questão em especial. Pode-se discutir o excesso da ingestão de alimentos, assim como sua falta absoluta, comprometendo o fornecimento do mínimo de nutrientes necessários para a vida. 
Segundo dados da FAO (2010), cerca de 852 milhões de pessoas no mundo, ou uma em cada oito, sofrem de subnutrição crônica. A grande maioria destes vive nos países em desenvolvimento, e 16 milhões vivem nos países desenvolvidos. Discussões têm ocorrido nas agências internacionais junto aos governos de todo mundo para encontrar caminhos para erradicar a fome. Nos últimos anos, somamos às discussões da fome a nova problemática da área da nutrição. A obesidade e as doenças crônicas não transmissíveis também têm destaque na Organização Mundial da Saúde, agendas de governo, e de pesquisadores.
Até que ponto a globalização trouxe padrões menos saudáveis de alimentação e, por consequência, o aumento das doenças crônicas não transmissíveis? Por outro lado, a estimativa de vida do homem aumentou, devido à transição epidemiológica que diminui a alta mortalidade por doenças infectocontagiosas, proporcionando uma estimativa de vida maior. De acordo com o IBGE (2015), a média de vida de um cidadão brasileiro é de 75,5.

A esperança de vida ao nascer da população brasileira teve um ganho de 15,5 anos (!!), passando de 66 anos, em 1991, para 68,6 anos, em 2000. Chegando agora a 75,5. Mediante a esse fato, vale refletir sobre a qualidade de vida e o padrão alimentar de nossa população, principalmente a denominada população da terceira idade. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 80% dos óbitos no mundo são por doenças crônicas (particularmente as cardiovasculares). Em 2001, elas contribuíam com aproximadamente 60% das 56,5 milhões de mortes reportadas no mundo e com 46% da carga global das doenças. A estimativa é que essa proporção aumente para 57% em 2020!!
As doenças crônicas são, em grande parte, evitáveis. Entre os fatores de risco modificáveis, o padrão alimentar pode ser entendido como um dos principais. A idade, sexo e predisposição genética são fatores de risco não modificáveis. O padrão alimentar da população brasileira e o sedentarismo estão entre os fatores modificáveis das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) que podem ser observados pela transição nutricional. 
Segundo dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009 (último disponível), há um aumento contínuo de excesso de peso e obesidade na população brasileira. O excesso de peso quase triplicou entre homens, de 18,5% em 1974-75 para 50,1% em 2008-09. Nas mulheres, o aumento foi menor: de 28,7% para 48%. Já a obesidade cresceu mais de quatro vezes entre os homens, de 2,8% para 12,4%, e mais de duas vezes entre as mulheres, de 8% para 16,9%. Esses dados apontam a necessidade urgente de intervenções efetivas tanto do setor público, quanto do privado para o controle da epidemia da má alimentação. 

Por tudo isso, a Saúde e Bem-estar são preocupações crescentes da sociedade. Muitos não medem esforços para garantir que o corpo esteja funcionando bem o tempo todo. As academias de ginástica e os parques públicos recebem número cada vez maior de pessoas preocupadas em manter a forma e o bem-estar físico.  No entanto, e infelizmente, a maioria da população mantém estilo de vida pouco saudável.  Negligencia o fato de que o corpo humano é constantemente desafiado por uma imensidão de riscos – de virus e bactérias a doenças crônicas não transmissíveis como a obesidade, o diabetes, a arteriosclerose e o infarto agudo do miocárdio.
Fato complicador é que a sociedade continua mais afeita ao hábito da cura que à lógica da prevenção.  Embora essenciais, os avanços da medicina resultam em um paradigma que já não se sustenta.  Os custos se elevam enormemente e poucos podem contar com seguros de saúde adequados. Os sistemas públicos de proteção à saúde enfrentam sucessivas crises financeiras e, não raro as pessoas precisam desembolsar as economias de uma vida para ter os tratamentos que precisam.
Apesar dessa preocupante situação, não está claro se a prática da prevenção encontrará caminho desimpedido para o centro das políticas de saúde. Na maioria dos países o orçamento da saúde é dedicado a consultas, internações e remédios para cura das pessoas já doentes. Mas, quando pensamos no potencial de redução de custos e de sofrimento, o bom senso, as estatísticas e vários estudos indicam que a prevenção e a promoção da saúde são caminhos mais interessantes e sustentáveis.
Dentre os temas importantes relacionados ao bem-estar das pessoas e à prevenção de doenças, o suprimento adequado de alimento seguro e saudável tem grande relevância. Ainda assim, a má nutrição, em todas as suas formas - subnutrição, deficiências de micronutrientes, excesso de peso e obesidade tem crescido em todo o mundo.  A FAO ainda estima que 26% das crianças são raquíticas, 2 bilhões de pessoas sofrem de uma ou mais deficiências de micronutrientes e 1,4 bilhão de pessoas tem excesso de peso, dos quais 500 milhões são obesos.  O custo estimado do impacto da malnutrição alcança 5% do PIB global, equivalente a 3,5 trilhões de dólares por ano, ou U$ 500/pessoa/ano.

Avanços da tecnologia agropecuária e da ciência e tecnologia de alimentos estão entre os principais meios para superação deste preocupante quadro.  A estreita relação que os alimentos têm com a saúde e o bem-estar tem sido tratada em profundidade pela ciência e já está bem estabelecida há décadas.  Inovações na diversidade, qualidade e funcionalidade dos alimentos poderão proporcionar melhor qualidade de vida para a população, reduzir custos com doenças associadas à má alimentação, e também atender à crescente demanda dos consumidores por alimentos saudáveis, práticos e sensorialmente atraentes.
O Brasil mantém um grande conjunto de ações para o avanço do conhecimento na relação entre alimentos, nutrição e saúde.  O objetivo é atender a demandas de consumidores, produtores e indústrias por alimentos mais diversificados, biofortificados, com qualidades nutricionais e funcionais diferenciadas e cientificamente comprovadas.  A Embrapa já disponibiliza variedades biofortificadas, com vitaminas e minerais, de batata-doce, mandioca, feijão comum, milho e feijão-caupi, que beneficiam aproximadamente 2500 famílias nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil.  Estão em processo de melhoramento variedades de trigo, abóbora e arroz.

Além de vitaminas e minerais busca-se adicionar e incrementar em diversos alimentos a produção de compostos bioativos, proteínas e peptídeos, fibras alimentares, ácidos graxos e componentes para prevenção de doenças específicas.  Resultado promissor foi obtido recentemente com a produção em alface de altas quantidades de vitamina B9, importante na nutrição de gestantes, para prevenção da anencefalia, decorrente de uma malformação no tubo neural. Outros projetos buscam melhorar a abóbora contra o diabetes, o alho para reduzir o colesterol e a melancia, que tem substâncias com potencial de combater a hipertensão arterial.
Na correria cotidiana, em meio a busca por facilidade e praticidade, o consumo desenfreado de alimentos industrializados é um dos grandes vilões da boa saúde e precursor do sobrepeso. “O excesso de consumo desses alimentos pode levar a doenças como hipertensão, já que eles são, em maioria, ricos em sódio”.
A obesidade é considerada porta de entrada para uma série de outras doenças graves como diabetes, hipertensão e câncer. A perigosa soma de diabetes e obesidade pode acarretar riscos de saúde ainda maiores para os "diabesos", pessoas acometidas pelas duas doenças. “Tratar obesidade significa prevenir dezenas de doenças”.
Manter uma rotina alimentar saudável é totalmente possível, segundo os especialistas. A orientação é priorizar os alimentos in natura e quando for consumir industrializados, optar por aqueles com menos teor de sódio e preferencialmente sem corantes e outros conservantes. Lembrando sempre de incluir frutas, vegetais e fibras no planejamento alimentar diário.
Além da atenção à alimentação, vale lembrar que para ter a saúde em dia manter um ritmo de atividades físicas é fundamental. Estudos já comprovaram que a execução de exercícios e/ou prática de esportes são capazes de prevenir diversas doenças cardíacas, derrame cerebral; além de reduz o risco de desenvolver diabetes, obesidade e hipertensão arterial.
Hipócrates, o pai da medicina, observou, há 2500 anos, que as doenças originam-se da natureza e podem ser evitadas quando se estabelece um equilíbrio entre o meio ambiente, os alimentos ingeridos e o espírito.  Portanto, é sempre tempo de refletirmos sobre seu principal ensinamento - "o alimento é o nosso melhor remédio".
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