MISSÃO:

Profissional especializado em Atividade Física, Exercício Corporal, Saúde, Bem Estar, Longevidade Saudável e Qualidade de Vida. Sérgio Nunes e sua empresa QualiFis, pretendem desenvolver junto aos seus alunos e clientes a ideia da verdadeira Saúde, que obviamente não é apenas a ausência de doença, mas também o Encantamento com a Vida, dotando-os de um entendimento adequado de se Priorizar, de compreender que vale a pena Investir no seu Potencial de Ser, através do investimento na melhoria da Qualidade de Vida, aprimorando a saúde e usando como meio, a Atividade Física, em suas mais diferentes possibilidades.

“As informações, dicas e sugestões contidas nesse blog têm caráter meramente informativo, e não substituem o aconselhamento individual e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física.”

EM DESTAQUE AGORA NO BLOG....

EM DESTAQUE AGORA! É SÓ CLICAR PARA SE INFORMAR!

sábado, 3 de novembro de 2012

SÍNDROME DA TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL (STEM)



Essa tal da TPM



Ela é o flagelo da mulherada – e o pesadelo de maridos, namorados e quem mais estiver por perto. Aparece todos os meses com uma série de “presentinhos”: inchaço, mau humor, dor de cabeça, hipersensibilidade...e pode transformar a mais doce das mulheres em um dragão cuspidor de fogo.

Já sabe do que se trata, né? Da famigerada TPM, sigla de tensão pré-menstrual.


SÍNDROME DE TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL
Também conhecida por TPM, é um conjunto de sintomas físicos e comportamentais que ocorrem na segunda metade do ciclo menstrual podendo ser tão severos que interfiram significativamente na vida da mulher.
A TPM é uma desordem neuropsicoendócrina com sintomas que afetam a mulher na esfera biológica, psicológica e social.
A tendência hoje é acreditar que a função fisiológica do ovário seja o gatilho que dispara os sintomas da síndrome alterando a atividade da serotonina (neurotransmissor) em nível de sistema nervoso central.
O tratamento depende da severidade dos sintomas e incluem modificações alimentares, comportamentais e tratamentos medicamentosos.


A TPM é um desequilíbrio orgânico que atinge cerca de 75% das mulheres entre 20 e 45 anos e geralmente se manifesta nos dias que antecedem o período menstrual. É um conjunto de sintomas físicos e emocionais que costuma ser mais intenso de 3 a 5 dias antes da menstruação, podendo ocorrer até 15 dias antes. Mas, graças a Deus, o sofrimento desaparece logo nos primeiros dias da menstruação.Todos aqueles sintomas, que você certamente conhece bem, sempre foram atribuídos a oscilações hormonais que acontecem durante o ciclo menstrual. A encrenca funciona assim: no decorrer da primeira metade do ciclo, os níveis de estrogênio aumentam gradualmente até a ovulação, que ocorre por volta do 14º dia para quem menstrua em intervalos de 28 dias. A partir daí, as taxas desse hormônio e da progesterona começam a sofrer oscilações. Essa gangorra hormonal está associada à diminuição da serotonina, neurotransmissor que regula sono, humor e apetite.

As alterações hormonais explicam também os desagradáveis sintomas físicos, como o significativo aumento na retenção de líquidos. É por isso que você fica toda inchada, principalmente nas pernas, mamas e abdômem. O metabolismo da glicose e ocorre uma leve queda dessa substância no sangue, causando dor de cabeça e desejos constantes de comer doces.

Mais recentemente descobriu-se que isso não é tudo. O desequilíbrio de neurotransmissores, que são responsáveis pela comunicação entre os neurônios, pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. E a vítima passa a ter distúrbios emocionais como, por exemplo, ansiedade, depressão, irritabilidade, humor variável, falta de concentração, etc.

E mais: pesquisas recentes têm demonstrado que outra causa da TPM vem de uma deficiência nutricional. E mesmo quem mantém bons hábitos alimentares pode apresentar deficiências de nutrientes importantes para o organismo. O ácido gama linolênico (GLA) é um desses nutrientes essenciais. Ele tem propriedades antiinflamatórias e desempenha um papel na síntese de hormônios e na regulagem de líquidos no corpo. Resumindo, é de uma gangorra de hormônios, neurotransmissores em parafuso e falta de nutrientes que se faz uma baita TPM.



Você sente fortes cólicas dias antes de menstruar, enjoa, tem dor de cabeça, fica irritada e acha que só pode ser TPM? Fique atenta ao que está sentido.
Você pode sofrer da síndrome da tensão pré-menstrual (STEM), que apesar do nome muito semelhante, se diferencia da TPM por causa da intensidade e frequência dos sintomas, que são bem mais acentuados.
“Cerca de 75% das mulheres em idade reprodutiva apresentam algum sintoma no período pré-menstrual, mas 3 a 8% têm sintomas fortes o suficiente para alterar significativamente a qualidade de vida, interferindo no seu trabalho e relacionamento pessoal, o que caracteriza a síndrome”, explica o ginecologista da Unifesp Mauro Abi Haydar.
Apesar da gravidade da síndrome, falta um consenso sobre os tratamentos (até mesmo se existe um realmente eficaz) e sobre as causas da doença. Muito disso em razão do próprio diagnóstico, que nem sempre é simples de ser cravado. 
A presença de pelo menos quatro dos 150 sintomas relatados como característicos da síndrome, durante os cinco dias que antecedem a menstruação por três ciclos menstruais seguidos, indicam uma grande possibilidade da doença.
“Para um diagnóstico mais preciso, os sintomas devem ser avaliados na ausência de qualquer intervenção farmacológica, incluindo anticoncepcional oral. Além disso, substâncias como o álcool, podem dificultar a avaliação da progressão dos sintomas ao longo do ciclo menstrual, por isso é preciso cautela na hora do diagnóstico, afinal, uma dor de cabeça intensa num mês pode ser apenas resultado de cansaço ou estresse momentâneo”, explica a ginecologista da Unifesp Carolina Ambrogini. 
Quem tem a síndrome da tensão pré-menstrual sofre com as dores físicas e com as consequências das alterações de humor de que são vítimas. Um estudo realizado pela Faculdade de Enfermagem da USP avaliou 43 mulheres em idade fértil (aquelas com ciclo menstrual regular) e, após um ano de análise, os médicos constataram que mulheres que sofrem de STEM apresentam, em sua maioria, mamas inchadas e doloridas, cólicas e impaciência.
O convívio social também é afetado. As consequências da síndrome no cotidiano feminino abrangem inquietude e respostas hostis às pessoas, interferindo nas relações interpessoais no trabalho, na escola ou em casa, além de brigas sem motivo aparente com os filhos e irritabilidade. 


Principais sintomas da STEM - 
Existem cerca de 150 sintomas relatados como característicos da síndrome, porém, os mais comuns são:
-Afetivos: tristeza, ansiedade, raiva, irritação, labilidade do humor.
-Cognitivos: dificuldade de concentração, indecisão, ideias suicidas, cefaleia, dor no seio, dor articular, dor muscular.
-Neurovegetativos: insônia, sonolência, anorexia, desejo por determinados alimentos, fadiga, alteração da libido.
-Físicos: náuseas, diarreia, palpitação, sudorese, tonturas e vertigens.
-Hormonais: aumento de peso, edemas. 
Pílula, antidepressivos ou vitamina B12?
Encontrar um tratamento eficaz para a síndrome da tensão pré-menstrual é um drama para a maioria das mulheres que busca ajuda.
Em muitos casos, a pílula anticoncepcional costuma ser a saída encontrada pelos especialistas. Mas nem mesmo ela é unanimidade quanto aos métodos indicados. O motivo? A causa do problema, que nada tem a ver com desequilíbrio hormonal.
Para o especialista Mauro Abi Haydar, a pílula não deveria ser recomendada como tratamento da STEM, pois, segundo ele, a causa do problema não está relacionada à disfunções hormonais, mas a fatores emocionais como estresse, pressões e frustrações.
“Não adianta tomar a pílula, se a causa é o estresse ou a perda de um ente querido, por exemplo. É preciso tratar a causa do problema”, continua.
O ginecologista acredita que a pílula não tem efeito eficaz no caso da síndrome porque sua função é apenas regular os níveis de hormônio no organismo da mulher, contribuindo pouco com o alívio dos sintomas. “Como a maioria das mulheres que sofrem com o problema tem um ciclo menstrual regular, não é necessário agir sobre os hormônios, e sim nas causas emocionais”, afirma.
Já a ginecologista Carolina Ambrogini acredita que a síndrome pode ter origem fisiológica, além da emocional. Ela explica que existem três níveis da síndrome: leve, quando os sintomas são intensos, mas não chegam a prejudicar a rotina; médios, quando os sintomas são mais fortes e interferem mais no humor do que na saúde física, e grave, como nos casos de pacientes que chegam a desmaiar com tamanho desconforto físico e emocional.
“Para cada caso há um tratamento mais adequado”, afirma Carolina. “Para o nível mais leve, a pílula pode funcionar. Ela ajuda a regular os níveis de serotonina, o hormônio da felicidade, amenizando a sensação de solidão e a tristeza. Para quem se enquadra nos níveis médios, a reposição com vitamina B12 é a mais recomendada, pois este nutriente ajuda no transporte e estoque de ácido fólico, combatendo os sintomas da depressão e a anemia. Já nos casos mais graves, a melhor opção é o uso de antidepressivos e a terapia, que ajudam a acalmar agindo diretamente nas causas emocionais do problema”, explica. 
E quem já acostumou com a pílula?
Em geral, bastam alguns meses para que as substâncias deixadas pela pílula saiam do organismo deixando de alterar os hormônios.
E quem se trata com a pílula e interrompe o tratamento pode sofrer com os sintomas ainda mais agressivos, o chamado efeito rebote?
“O que pode acontecer é um desequilíbrio hormonal pela ausência da pílula, causando maior irritabilidade e dor, que podem ser confundidos com efeito rebote, mas é uma variação normal, como a de qualquer outro medicamento, e que nada interfere no grau de intensidade da síndrome. Estes sintomas passam dias depois da interrupção do uso”, explica Mauro Haydar.
Adote medidas preventivas Se os tratamentos ainda são pouco eficientes, uma boa medida para amenizar os sintomas é a prevenção. 

A seguir, três mudanças de hábitos que fazem a diferença:
1) Alimentação com pouca quantidade de gordura, sal, açúcar e cafeína
Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, a cafeína (do café, chás e bebidas do tipo cola) aumenta a tensão e a sensibilidade, portanto é contra-indicada para as mulheres que sofrem com a irritabilidade.
2) Passe longe do sal, que provoca retenção de líquido, caracterizada por inchaços (inclusive nos seios) e sensação de peso. Já os alimentos gordurosos levam ao aumento de peso em mulheres que ficam com mais apetite durante este período. 
3) Dieta com boas fontes de cálcio e magnésio De acordo com um estudo feito nos Estados Unidos e publicado na revista Archives of Internal Medicine, uma dieta rica em cálcio (leite e iogurte desnatado) e magnésio (espinafre e ervilha) pode aliviar os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM).
O levantamento, realizado por pesquisadores da Universidade de Massachusetts, comparou a dieta alimentar de mil mulheres com TPM e duas mil sem o problema. Aquelas sem TPM tendiam a ingerir mais alimentos ricos em cálcio e magnésio.
Segundo os pesquisadores, tanto o cálcio quanto o magnésio ajudam a diminuir is níveis de estrogênio, hormônio que intensifica os sintomas da TPM. A deficiência de magnésio também resulta em fadiga e carência de enzimas envolvidas na produção de energia.
Uma outra pesquisa do Instituto de Psiquiatria da Inglaterra provou que os níveis deste mineral são mais baixos em pessoas que sofrem de depressão.  
A mudança nos hábitos alimentares foi a salvação para a professora Cintia Ferreira, 29 anos, que sofria desde adolescente com dores tão intensas que as fazia desmaiar: “era horrível, meus colegas de escola tinham que me carregar para casa no colo de tanta dor”, conta.
“Tomei pílula durante 10 anos e fiquei com o rosto manchado. Um dia me irritei com isso, parei de tomá-la e cortei, por indicação médica, chocolate, cafeína e frituras da minha dieta. De lá para cá, nunca mais sofri com as dores”. 

IMPORTANTE: Fazer exercícios regulares - 

A atividade física melhora o estado psíquico, o humor e o nível de tolerância à dor, em parte, devido à liberação da endorfina, substância que traz uma sensação de bem-estar ao organismo.
O esforço ajuda de duas formas: ativa a produção da serotonina, substância relaxante que ativa o sono e alivia a dor, além de promover uma espécie de massagem localizada, facilitando o retorno do sangue nos músculos contraídos e diminuindo o inchaço nesse período. As atividades mais recomendadas durante o período da TPM são as de baixa intensidade.
“Nessa fase, a mulher sofre grande variações do humor, podendo ainda ter enxaquecas e dores lombares fortes. Por isso, o ideal é evitar atividades muito intensas. Exercícios mais relaxantes, como ioga e alongamento, são os ideais”, explica o professor Cassiano Merussi Neiva, pesquisador Chefe do laboratório de Metabolismo e Fisiologia do Esforço, da Unesp. 

Experimente isso Também: 



Os sintomas mais co







SINTOMAS POR ORDEM DE RELATOS:

DESCONFORTO ABDOMINAL, 
MASTALGIA (dor ou aumento da sensibilidade das mamas),

CEFALÉIA (dores de cabeça), 
FADIGA (cansaço), 
IRRITABILIDADE, 
TENSÃO, 
HUMOR DEPRIMIDO, 
HUMOR LÁBIL, 
AUMENTO DO APETITE, 
ESQUECIMENTO E DIFICULDADE DE CONCENTRAÇÃO, 
ACNE, 
HIPERSENSIBILIDADE AOS ESTÍMULOS, 
RAIVA, 
CHORO FÁCIL, 
CALORÕES, 
PALPITAÇÕES e 
TONTURAS. 

AINDA: 

Irritabilidade (nervosismo),
Ansiedade (alteração do humor com sentimentos de hostilidade e raiva),
Depressão (com sensação de desvalia, distúrbio do sono, dificuldade de concentração)
Retenção de líquidos (inchaço ou dor nas pernas),
Desejos por alguns alimentos como chocolates, doces e comidas salgadas.
Deve ser realizado um controle objetivo do ciclo menstrual (através de um diário) pelo período mínimo de dois ciclos. Devem ser excluídos outros transtornos como hiper ou hipotireoidismo, perimenopausa, enxaqueca, fadiga crônica, síndrome do intestino irritável ou exacerbação pré-menstrual de doenças psiquátricas; depressão, que pode se intensificar nesse período (magnificação pré- menstrual).
História, exame físico cuidadoso, avaliação endócrina ginecológica quando o ciclo menstrual é irregular, perfil bioquímico, hemograma e TSH para excluir condições médicas que podem apresentar sintomas que simulem uma TPM. Importante fazer o diagnóstico diferencial com a condição psiquiátrica: distúbio disfórico pré-menstrual.
O tratamento medicamentoso inclui o manejo específico de cada sintoma e deve ser individualizado. A maioria dos tratamentos medicamentosos propostos não se mostraram mais eficazes do que tratamentos placebo (progesterona, espironolactona, óleo de prímula e vitaminas B6 e E, ingestão de cálcio e magnésio). A fluoxetina, foi a única droga que mostrou eficácia, entretanto foi aprovada pelo FDA apenas para PMDD (Forma mais severa de TPM, com prevalência dos sintomas de raiva, irritabilidade e tensão). Na Europa esta droga não é aprovada na Europa para uso nem mesmo em PMDD.

As principais mudanças na fase (TPM)

A causa não é conhecida, mas pelas características está relacionada à elevação do estrogênio na fase pré-menstrual ou a queda da progesterona. Contudo, esses dois fatores não são os únicos envolvidos: esses hormônios podem afetar as neurotransmissões e aí então causar os sintomas psiquiátricos. Pode também afectar os receptores fora do Sistema Nervoso Central provocando outros sintomas.

Os sinais todos conhecem – quem tem o problema e quem sofre indiretamente com ele –, mas pouca gente sabe por que eles acontecem e como fazer para preveni-los ou amenizá-los. 
Para detalhar o assunto, o obstetra Cláudio Ferrarezi e o endocrinologista Alfredo Halpern, explicou que a TPM é uma doença química e muitas mulheres se recusam a tratá-la. Halpern comentou, ainda, sobre a serotonina, o hormônio do prazer.
TPM (Foto: Arte/G1)
Entre as formas de prevenção da TPM, estão: cuidar da alimentação, fracionar as refeições, controlar o estresse, parar de fumar, tomar pílula anticoncepcional e, se houver indicação médica, usar um creme à base de progesterona, um dos hormônios envolvidos no ciclo menstrual.
Fazer atividade física aeróbica também é fundamental: no mínimo quatro vezes por semana, durante 30 minutos. O exercício estimula o hormônio do crescimento, que na mulher, depois dos 18 anos, assume a função de ajudar o ovário a melhorar a produção de progesterona.
Nas ruas, a repórter Marina Araújo foi conferir uma república mista de estudantes para ver como a TPM atrapalha a convivência entre meninos e meninas. Os sinais perturbam ainda mais quando aparecem em várias moradoras ao mesmo tempo, com “faíscas” para todos os lados. As mais quietinhas ficam agressivas e vice-versa. Já outras tentam relaxar, ler um livro, ficar sozinhas ou até meditar.
Segundo uma das estudantes, se os homens realmente querem um relacionamento sério com uma mulher, devem prestar mais atenção nisso e relevar um pouco a turbulência desse período.
Add caption








A importância da dieta para evitar a TPM. Veja abaixo:
Alimentos indicados:
- Cálcio: leites e derivados, sorvete desnatado, salmão, vegetais verdes e tofu (queijo de soja);
- Vitamina B6: carnes, cereais integrais, banana, batata, lentilha, amendoim, nozes, salmão, atum e fígado de boi;
- Magnésio: vegetais verdes escuros (como espinafre, escarola e brócolis), arroz integral, abacate, banana, beterraba, abacaxi, manga, milho e granola;
- Vitamina D (além do sol): leite, gema de ovo, manteiga, peixes de água fria, shitake seco e óleo de fígado de bacalhau;
- Fibras, legumes e verduras em geral;
- Ácidos graxos: óleo de prímula, ginkgo biloba e ômega 3;
- Água e diuréticos naturais (melancia, melão, alcachofra e abacaxi).

O ideal é consumir esses alimentos o mês todo, mas, se não for possível, iniciar a ingestão por volta de 10 a 15 dias antes da menstruação.
Alimentos não recomendados:
- Frituras
- Gorduras
- Sal
- Açúcar
- Café, chás e bebidas à base de cola
- Álcool
- Margarina
- Molho shoyu

Enquete TPM (Foto: Reprodução)











































CONTINUE LENDO... MAIS INFORMAÇÕES ABAIXO!

 - AINDA:
> MEUS LIVROS
> DICA
> PARTICIPAR DESTE BLOG
> MEMBROS
> BOA MÚSICA
> DIREITO DE IMAGEM


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tens%C3%A3o_pr%C3%A9-menstrual

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/03/cerca-de-40-das-mulheres-tem-sintomas-da-tpm-diz-ginecologista.html

http://bibliotecademedicina.com.br/blogfisioterapia/?p=315

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?404

http://www.clubedatpm.com.br/
http://www.clubedatpm.com.br/TudoSobreTPM.aspx,

e outros links interessante:http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=247&sec=14# ,http://www.endocrino.org.br/tpm-sem-tensao/  e este último que achei o mais interessante http://www.abc.med.br/p/saude-da-mulher/22415/tpm+como+reduzir+os+efeitos+da+tens.htm

quarta-feira, 13 de junho de 2012

BARRIGA TANQUINHO - MITOS E VERDADES!


 

Ter uma barriga enxuta é um sonho de consumo de muitas mulheres e homens também, mas não é mesmo nada fácil de se alcançar. Exige muito esforço físico, disciplina alimentar e ainda alguma dose de... “sorte genética”. 


A tal da individualidade biológica, a herança genética favorável! Uma pessoa que nasça com uma quantidade de tecido adiposo (células de gordura)  maior na região abdominal do que outra, por exemplo, terá muito mais dificuldades para alcançar este objetivo, e, muitas vezes, nem alcança! E não será por falta de atividade física, exercícios específicos, dedicação, alimentação, etc, simplesmente porque, assim como, nem todos serão atletas de Maratona e outros nunca serão atletas de Velocidade, alguns nunca terão Barriga de Tanquinho!
É bom deixar muito claro, que, de qualquer maneira, pode-se melhorar consideravelmente o aspecto da região Abdominal, mesmo não conseguindo lavar a roupa nele! Tudo bem né?

Outro aspecto importante a considerar e que, qualquer fórmula que prometa resultados rápidos, ou que inclua um procedimento único, definitivamente não funciona!
Portanto... Prepare-se para muita Atividade Aeróbica, como Corrida, Bicicleta e Natação, Exercícios de Fortalecimento na Musculação e uma Dieta Saudável, enfim... atitudes que levam ao emagrecimento de forma geral e consequentemente ao desaparecimento da gordura na região abdominal.

Ainda, para ajudar mais, Melhoramento da Postura e Consciência Corporal.
Descubra, abaixo, alguns mitos e verdades sobre a barriga:
1) Exercícios abdominais diminuem a barriga? 
MITO. Esses exercícios deixam os músculos abdominais bem trabalhados, mas os resultados só aparecem para quem já é magro, ou seja, tenha pequena quantidade de gordura no corpo e, principalmente, para esta situação, no abdômen. "Eles fortalecem a musculatura da parede do abdômen e melhoram a postura, o que protege a coluna, mas não influenciam diretamente na perda de gordura no local", explica o preparador físico Emerson Bisan. Não adianta só ficar horas fazendo abdominais, porque os músculos podem já estar bem definidos, mas escondidos sob uma camada de gordura. 

2) Para ter uma barriga tanquinho é preciso fazer abdominais todos os dias? 

MITO. Os músculos da barriga não são diferentes dos demais e assim como 

os outros grupos musculares, precisam de descanso para ficarem fortes e

enrijecidos. Além disso, não adianta fazer intermináveis séries de abdominais

se a pessoa tem muita gordura na barriga. O exercício abdominal enrijecerá o

músculo, mas ele ficará escondido atrás da gordura.

Sem metabolizá-la, a gordura continuará no mesmo lugar.  



3) Pessoas magras também podem ter barriga? 
VERDADE. Embora ao olhar para um homem de pernas finas e barriga proeminente o senso comum julgue que ele seja magro, sob o ponto de visa da medicina, ele tem obesidade abdominal. "Uma pessoa com esse corpo tem gordura visceral, que é o tipo mais perigoso. Os homens assim têm mais risco de enfartar cedo", diz o endocrinologista Marcio Mancini, chefe do departamento de obesidade do Hospital das Clínicas da USP. A gordura abdominal costuma vir associada a problemas como colesterol alto, diabetes e hipertensão. É perigosa também porque a pessoa acredita que aquela barriga é "natural", e sendo visualmente "magro", não procura emagrecer.

4) Massagens, cremes, fitoterápicos e tratamentos estéticos ajudam a perder a barriga? 
MITO. Não existe esperança além do emagrecimento por meio de dieta e exercícios, ou da Cirurgia Plástica ou Lipoaspiração. Qualquer outro método é inócuo, garante o endocrinologista Marcio Mancini. "Nada disso tem comprovação científica; não são aceitos pela medicina". Segundo explica o médico, esses "tratamentos" atuam de forma superficial, enquanto que a gordura da barriga é do tipo "profunda", se encontrando ao redor do fígado, rins, vasos.
A gordura não evapora, não vira água, não é metabolizada, não sai pela pele! O máximo que se pode conseguir é uma drenagem dos líquidos celulares da região e não da gordura! Por isso é que após uma sessão de drenagem linfática as medidas estão menores! Houve drenagem de líquidos e não da Gordura!A massagem pode conseguir, ao longo de muitas sessões, 
eventualmente, uma deformação anatômica do tecido adiposo, dando um novo aspecto, até melhor esteticamente, mas ele continua ali!
Considera-se até que produtos que promovem a eritemia local, a vermelhidão ocasionada pela vasodilatação dos vasos sanguíneos, por aprimorar a circulação do sangue e consequentemente levando maiores quantidades de oxigênio para a região, poderia contribuir para acelerar o metabolismo das gorduras que dependem do oxigênio para o processo de "queima". Contudo esta alteração é apenas cutânea, ou seja, superficial! Não atingiria as camadas inferiores e onde estão os maiores acúmulos. 


5) Exercícios aeróbicos são os melhores para perder a barriga? 
MEIA-VERDADE. De fato, as atividades aeróbicas - como corrida, caminhada vigorosa, natação, andar de bicicleta - são as mais eficientes na utilização de gordura como fonte direta de energia. Mas não adianta esperar resultados imediatos, nem concentrados na barriga. "Não temos como escolher a região onde vamos queimar a gordura. Para emagrecer na barriga é preciso perder a gordura geral total do corpo e é lógico que a região mais aparente será aquela com maior quantidade da gordura", diz o preparador físico.
E, ainda, uma maneira muito eficaz de aumentar o metabolismo das gorduras é elevando o metabolismo basal! E isso se consegue fortalecendo os músculos! Inclusive na Musculação! Desta maneira... 

6) Homens têm mais propensão a ter barriga que as mulheres? 
VERDADE. "O estrógeno, hormônio feminino, favorece a deposição no tecido adiposo subcutâneo e, com isso, a mulher ganha mais gordura no quadril e coxas, nas mamas e braços", afirma Marcio Mancini. Já o homem, assim como a mulher depois da menopausa, quando os níveis de estrógeno caem, acumula mais gordura na área interna do abdômen, a chamada gordura visceral. "A boa notícia é que a gordura abdominal, normalmente é mais fácil de perder com exercícios e dieta. Já a do quadril, por exemplo, é bem mais complicada", diz.

7) Beber chope e cerveja dá barriga? 
MITO. O problema não é o chope ou cerveja, mas a combinação do álcool com os petiscos oferecidos nos bares, em geral bem calóricos, gordurosos! "O álcool não é armazenado no corpo, ele precisa ser metabolizado; o organismo usa sua energia imediatamente e, portanto, guarda toda a energia da comida que está sendo ingerida", explica o endocrinologista Marcio Mancini. Isso significa que um mesmo bolinho de bacalhau engorda mais se for acompanhado de uma taça de chope do que de um suco. Incrível! 

8) Depois da gravidez, a barriga nunca mais volta a ser como antes?  
MEIA-VERDADE. Para comportar um bebê a pele da mulher estica muito, até rompendo, ocasionando estrias e os músculos reto-abdominais, oblíquos e transverso se distendem. Em algumas, a pele que se distendeu não retoma sua elasticidade original e os músculos, principalmente o tecido conjuntivo que o recobre, podem se distender muito, afastando os feixes musculares um do outro, o que deixa a barriga mais flácida. "A anatomia costuma mudar um pouco com a gestação", afirma o endocrinologista Marcio Mancini. 

9) Alimentos diuréticos e laxantes diminuem a barriga? 
MITO. Ao montar uma dieta rica em alimentos diuréticos (chás, agrião, repolho, pepino, melancia, morango etc) ou tomar remédios diuréticos ou laxativos, a pessoa está aumentando a eliminação de água do corpo, mas não de gordura. "As pessoas não têm barriga grande por causa de líquidos; o problema é mesmo o acúmulo de gorduras", diz Marcio Mancini. Quem precisa de ajuda para emagrecer e perder a barriga deve procurar um profissional e nunca tomar remédios por conta própria, aconselha o médico. 

10) Uso de cintas faz a barriga ficar menor? 
MITO. Claro que na hora em que a pessoa está usando uma cinta apertada por baixo das roupas, sua barriga parecerá menor. Mas o efeito não dura: assim que tirar o artifício, a barriga voltará ao normal. E mais, seu uso em excesso pode causar o efeito contrário no longo prazo. Os músculos que fazem a manutenção da postura podem ficar desestimulados e assim enfraquecerem ainda mais. 

11) Aumentar a transpiração na região abdominal faz perder a barriga? MITO. Na esperança de perder a gordura que se acumulou na barriga, algumas pessoas exageram nas roupas ou até usam plásticos durante os exercícios físicos, para transpirar mais. Mas esse procedimento não surte efeito e é até mesmo perigoso. A sudorese excessiva é fruto apenas da perda de líquidos, que são vitais para o funcionamento equilibrado do organismo. A gordura não sai (literalmente falando!) com o suor!  Pode trazer desidratação profunda e até desmaios. Muito perigoso também é que apesar da desidratação ser intensa o plástico evita a evaporação da água, momento no qual é transferido o calor do corpo para o meio ambiente (neste caso o ar!) e assim a temperatura do corpo tende a se elevar muito rápido, podendo até ocasionar uma hipertermia (excesso de calor no interior do corpo). Procedimento Perigoso! Principalmente em dias de calor! 


FAÇA A COISA CERTA! 

ORIENTE-SE COM O SEU PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA!



CONTINUE LENDO... MAIS INFORMAÇÕES ABAIXO!

 - AINDA:
> MEUS LIVROS
> DICA
> PARTICIPAR DESTE BLOG
> MEMBROS
> BOA MÚSICA
> DIREITO DE IMAGEM