MISSÃO:

Profissional especializado em Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida. Sérgio Nunes e sua empresa QualiFis, pretendem desenvolver junto aos seus alunos e clientes a ideia da verdadeira Saúde, que obviamente não é apenas a ausência de doença, mas também o Encantamento com a Vida, dotando-os de um entendimento adequado de se Priorizar, de compreender que vale a pena Investir no seu Potencial de Ser, através do investimento na melhoria da Qualidade de Vida, aprimorando a saúde e usando como meio, a Atividade Física, em suas mais diferentes possibilidades.

“As informações, dicas e sugestões contidas nesse blog têm caráter meramente informativo, e não substituem o aconselhamento individual e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física.”

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

SEXO SEGURO E SAÚDE



ATENÇÃO!



MATERIAL DE CONTEÚDO ADULTO!





(Assista também ao vídeo no Final da Matéria!)







Você sabia que, sexo - feito regularmente - é um santo remédio. É lógico que sabia! 

Mas que ajuda a controlar a Hipertensão... sabia?


Afinal, até que ponto fazer sexo ajuda no controle da hipertensão? 


“Na verdade, o sexo ajuda a diminuir o grau de ansiedade, que está profundamente ligada à pressão arterial, assim como o peso corporal”, explica o cardiologista Carlos Scherr. 

O que será que acontece com o nosso organismo na hora H? Para saber isso, um casal passou por uma experiência, foram monitorados durante uma relação sexual. 


“Primeiro, colocamos dois equipamentos. Um equipamento vai medir a frequência cardíaca – o número de batimentos e o ritmo do coração. O outro equipamento vai medir a pressão arterial. Ajuda a saber exatamente o que acontece quando eles iniciam, chegam ao orgasmo e depois, com relação a esses parâmetros”, adianta Scherr. 


O casal só não pôde esquecer uma recomendação médica: cuidado para os fios não emaranharem. 


“O importante é que não saia nenhuma coisa do lugar. Mas fiquem à vontade, finjam que não têm isso”, orientou o médico. 


Enquanto eles se divertem, não é só o coração que agradece. 


“A relação sexual tem um reflexo na vida da mulher. Ela tem um menor grau de TPM e de dismenorreia, aquela dor do período menstrual”, diz a ginecologista e psicólogo Jorge José Serapião. 


“Durante o ato sexual são liberados vários hormônios. Um deles é o estrogênio na mulher, na fase da excitação. E o estrogênio faz bem para a pele, que fica mais viçosa, menos flácida, o cabelo fica mais brilhante. Em relação ao homem, nessa fase é liberada a testosterona. A testosterona é boa para manter a massa muscular e a massa óssea”, explica a endocrinologista Ruth Clapauch. 


“O sexo faz bem para o coração, porque libera alguns hormônios como endorfinas, que dão uma sensação de relaxamento, de prazer, de harmonia”, acrescenta Scherr. 


“Pessoas que necessitam de sexo e que não conseguem realizar, acabam se tornando bastante irritadiças e podem, inclusive, se deprimir”, avisa a sexóloga da USP Carmita Abdo. 


“Quando nós temos uma relação sexual, nossos mecanismos de defesa se aceleram. Nós vamos ter melhores condições de defesa contra processos inflamatórios, contra gripe”, ressalta Serapião. 


Dizem ainda que sexo emagrece. 


“Dependendo da intensidade de uma relação sexual, pode haver uma queima de 100 calorias - que equivalem a uma caminhada leve – a até 600 calorias – que equivalem a uma corrida intensa”, diz a endocrinologista Ruth Clapauch. 


E como será que foi a experiência do casal? Hora de ver o resultado. 


“No caso dele, a gente vê um aumento da pressão arterial durante o ato sexual e um relaxamento depois. O batimento cardíaco durante o ato sexual subiu bastante, mais do que no caso dela. E nela, a pressão subiu até 170, subiu um pouco demais. Ela deve ter atenção à pressão dela. No caso dele, a frequência cardíaca subiu demais e pode denotar que ele está mal preparado, que ele não tem uma atividade física regular”, avalia Scherr. 


E se um dos dois fosse hipertenso: sexo pode fazer mal a quem tem pressão alta? 


“Sexo só vai fazer mal para o hipertenso se ele estiver com a pressão não controlada. E aí, tudo vai fazer mal”, diz o médico. 


Existe relação entre as doenças do coração e a impotência? “Pode ser um sinal de risco para doenças coronarianas”, responde Scherr. 


“O coração muitas vezes ainda não apresenta sintomas de falhas, como palpitação, e o homem já está apresentando falhas de ereção. Porque o tecido que envolve o coração é o mesmo que está presente no pênis”, explica Carmita.


Que o sexo te faz bem, isso você já notou. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO. 


Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso,  vamos tentar estimular você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:  
sexo - foto: getty images
1. Alivia as crises de enxaquecas 
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma. 

2. Melhora o aspecto da pele 
Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos. Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.

3. Alivia as cólicas da TPM 
O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista

4. Melhora o sono 
O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.

casal dormindo - foto: getty images
5. Diminui o estresse
O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology. 

6. Diminui os riscos de infarto 
Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual. 

7. Queima calorias
Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B? 
8. Aumenta a imunidade 
Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.  


O Uso da Camisinha é Fundamental!


Uma medida de saúde, mas sobretudo demonstração de respeito com o próprio corpo e com o parceiro.
A ginecologista Sílvia Bonfim Hippólyto ressalta que o uso da camisinha deve ser incorporado à vida sexual das mulheres. ''Deve ser uma vestimenta como outra qualquer, para ser usada durante as relações sexuais'', indica. Ela defende que as mulheres exijam esse uso e tornem a camisinha um acessório constante na bolsa feminina, como o batom. 


A médica recomenda o uso do preservativo em todos os casos, exceto quando há interesse em engravidar. Nessa situação, são necessários exames pré-concepcionais para afastar risco de doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS e o HPV. ''As bactérias ainda podem ser tratadas com antibióticos. Os vírus, não'', reforça. 

Para o ginecologista Sérgio dos Passos Ramos, a mulher brasileira ainda não faz o uso constante do preservativo. ''Ela usa a camisinha quando fica. Mas quando começa a namorar, deixa, e só se preocupa em evitar a gravidez. Mas esse intervalo pode ser de alguns dias, às vezes de algumas horas, e nada foi alterado'', observa. Ramos reforça que a AIDS está infectando mais pessoas a cada ano e que custa caro ao governo brasileiro, que oferece os medicamentos no sistema público de saúde. Mas ainda há outras doenças que causam danos ao organismo feminino, como o HPV.

Nas relações  sexuais (sexo genital, oral e anal), use sempre camisinha.
Camisinha feminina
Camisinha Feminina
Tem todas as vantagens da camisinha masculina.
Deve ser usada pela mulher antes da relação e retirada logo após.


Cuidados necessários ao usar a camisinha feminina:
  • Usar a camisinha feminina desde o começo do contato entre o pênis e a vagina.
  • Transar uma única vez com cada camisinha feminina. Usar a camisinha feminina mais de uma vez não previne contra as DST e gravidez.
  • Guardar a camisinha feminina em locais frescos e secos.
  • Nunca abra a camisinha feminina com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la.
Como colocar:

1) Verifique a integridade da camisinha;


2) Dobre o anel menor;


3) Introduza o anel menor até o fim da vagina.
Camisinha
Camisinha Masculina

Também chamada de condom, preservativo, borrachuda, é a única maneira segura de fazer sexo prevenindo doenças sexuais ou AIDS.
1) Escolha uma marca boa. Carregue-a sempre com você. Cuidado ao deixar muito tempo na carteira, pois a embalagem poderá sofrer danos com o calor e o atrito, prejudicando, assim, a ação do produto.
2) Abra delicadamente a embalagem. Cuidado para não furar a camisinha com suas unhas.
3) Deixe um pequeno espaço na ponta da camisinha. Isso é importante.
4) Apertando o espaço que você deixou com um dedo, coloque a camisinha no pênis.
5) Desenrole a camisinha até a base.
6) Após o uso, retire a camisinha. Cuidado para não deixar escapar o líquido que foi armazenado no interior da camisinha.
7) Jogue no lixo. Camisinha é descartável. Nada de usar outra vez.
8) Camisinhas lubrificadas são mais confortáveis e eficientes. Prefira as que tem espermaticida junto.
9) Não use cremes, óleos ou vaselinas. Se quiser usar um lubrificante, use preferencialmente em gel, especiais para ter relações sexuais. 



Cuidados necessários ao usar a camisinha feminina:
•    Usar a camisinha feminina desde o começo do contato entre o pênis e a vagina; 
•    Transar uma única vez com cada camisinha feminina. Usar a camisinha feminina mais de uma vez não previne contra as DST e gravidez; 
•    Guardar a camisinha feminina em locais frescos e secos; 
•    Nunca abra a camisinha feminina com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la.



Cuidados necessários ao usar a camisinha masculina:
•    Colocar a camisinha desde o começo do contato entre o pênis e a vagina;
•    Tire a camisinha com o pênis ainda ereto, logo depois da ejaculação; 
•    Apertar a ponta da camisinha enquanto ela é desenrolada para tirar o ar. Se o reservatório destinado ao sêmen estiver cheio de ar, a camisinha pode estourar; 
•    Usar somente lubrificantes à base d'água. Somente lubrificantes à base d'água devem ser utilizados junto com a camisinha. Já a vaselina e outros lubrificantes à base de petróleo não devem ser usados, já que causam rachaduras na camisinha, acabando com a capacidade dele de proteger contra doenças e gravidez; 
•    Transar uma única vez com cada camisinha. Usar a camisinha mais de uma vez não previne contra as DST e gravidez; 
•    Guardar a camisinha em locais frescos e secos; 
•    Nunca abra a camisinha com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la. 


Camisinha é mesmo segura?
Diversos estudos confirmam a eficiência do preservativo na prevenção da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis. Em um estudo realizado recentemente na Universidade de Wisconsin (EUA), demonstrou-se que o correto e sistemático uso de preservativos em todas as relações sexuais apresenta uma eficácia estimada em 90-95% na prevenção da transmissão do HIV. Os autores desse estudo sugerem uma relação linear entre a frequência do uso de preservativos e a redução do risco de transmissão, ou seja, quanto mais se usa a camisinha, menor é o risco de contrair o HIV. 


A camisinha é mesmo impermeável? 


A impermeabilidade é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Em um estudo feito no National Institutes of Health dos Estados Unidos, ampliou-se o látex do preservativo (utilizando-se de microscópio eletrônico), esticando-o em 2 mil vezes e não foi encontrado nenhum poro. Outro estudo examinou as 40 marcas de preservativos mais utilizados em todo o mundo, ampliando 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros. 


Em outro estudo mais antigo de 1992, que usou microesferas semelhantes ao HIV em concentração 100 vezes maior que a quantidade encontrada no sêmen, os resultados demonstraram que, mesmo nos casos em que a resistência dos preservativos mostrou-se menor, os vazamentos foram inferiores a 0,01% do volume total. O estudo concluiu que, mesmo nos piores casos, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da AIDS do que a sua não utilização. 


E por que às vezes estoura?


Quanto à possibilidade do preservativo estourar durante o ato sexual, as pesquisas sustentam que os rompimentos se devem muito mais ao uso incorreto do preservativo do que a uma falha estrutural do produto. Nos Estados Unidos, um estudo realizado em 1989 indicou que a taxa de rompimento da camisinha era inferior a 1%. Porém, em 1994, foi conduzido um importante estudo multicêntrico sobre essa possibilidade em oito países (República Dominicana, México, Estados Unidos, Gana, Quênia, Malawi, Nepal e Sri Lanka), encontrando-se, então, uma taxa de rompimento que variou entre 0,6% (no Sri-Lanka) a 13,3% (em Gana). 


O dado mais convincente sobre a eficiência do preservativo na prevenção contra o HIV foi demonstrado por um estudo realizado entre casais, em que um dos parceiros estava infectado pelo HIV e o outro não. O estudo mostrou que, com o uso consistente dos preservativos, a taxa de infecção pelo HIV nos parceiros não infectados foi menor que 1% ao ano. 


Diante dos resultados desses estudos, realizados por instituições renomadas e de credibilidade, pode-se dizer que o correto e frequente uso do preservativo contribui de forma eficaz tanto para a prevenção de enfermidades quanto para evitar a ocorrência de gravidez não planejada.
Este texto foi obtido na página sobre AIDS do Ministério da Saúde do Brasil


Do que as mulheres gostam?


Isso é o que todos os homens se perguntam. Como eu tenho que ser para agradá-la? Como eu tenho que tocá-la e beijá-la? Como atraí-la? E no sexo, o que devo fazer para ser um bom parceiro sexual? 


As mulheres são diferentes dos homens, tanto no aspecto físico, como nas suas respostas sexuais. Mas, principalmente, na forma de ver, sentir e praticar o sexo. Para elas é muito importante a doação, o sentimento, o ambiente e o tempo para que possam se soltar, sentir-se queridas e excitar-se, tendo um relacionamento amoroso marcante, inesquecível e que o sexo faça parte de um sentimento maior, que mantenha o casal junto por muitos anos .



Perguntando para as mulheres o que elas desejam dos homens, as respostas sempre enfocaram sentimento e parceria:
- alguém em quem eu possa confiar;
- com quem compartilhar as coisas boas e ruins:
- que seja gentil e tenha senso de humor;
- seja romântico e sensível às minhas necessidades;
- seja criativo e que aceite a minha criatividade no dia-a-dia e no amor;
- que tenha calor, inteligência, e que goste de abraçar e beijar. 


Na pergunta o que é sensual no homem para você? Algumas respostas foram:
- o jeito da pessoa, o charme, o jeito de me olhar;
- ser bonito e com um corpo sensual (o gosto é variável de mulher a mulher);
- ter um belo sorriso que me envolva e que me faça derreter;
- ser vigoroso, mas não necessariamente atlético;
- autoconfiante e que seja apaixonado pela vida e por sexo. 


E no sexo o que mais agrada a mulher?
- um homem quente, apaixonado;
- que tenha criatividade e que se preocupe com a minha excitação;
- que cuide de mim com carinho;
- que tenha paciência, que me conheça com detalhes, do que gosto, do jeito que gosto de ser tocada, da posição sexual que mais gosto, que me conheça por inteiro;
- que seja espontâneo, que brinque comigo;- que tenha muito diálogo no dia-a-dia, e também na esfera sexual para nos conhecermos cada vez mais. 
Em resumo a mulher gosta de ser alvo da atenção do parceiro, dentro e fora da cama. A conversa, o namoro, o beijo e a atenção são essenciais para manter o relacionamento, inclusive o sexual. Descubra o que lhe dá mais prazer. Como tocá-la. Pergunte para ela e deixe ela lhe ensinar. As mulheres gostam de se sentirem desejadas e queridas. Querem sentir que o seu corpo é aceito, que não precisam ser perfeitas e terem os seios e o corpo de modelo. Que são amadas pelo interior como pelo exterior. 


A verdade também faz parte do jogo, pois as mentiras levam a mágoas que deixam sempre cicatrizes e afetam o relacionamento. O sentimento é muito importante e falar que a ama (não só através das palavras) é essencial para elas. Lembre-se de que as mulheres gostam de fazer amor, e não sexo. Não tenho a pretensão de ensinar como conviver e como fazer amor com a sua parceira. A intenção é discutirmos formas de melhorar a nossa vida e como acrescentar algo nas nossas relações com as pessoas que convivemos. 


Dores durante o sexo são um sinal de que há algo errado!

Desconforto pode indicar desde doenças cervicais a distúrbios psicológicos



Infelizmente, nem sempre as relações sexuais são sinônimo de prazer. Para algumas mulheres a penetração, que deveria ser um ato gostoso partilhado pelo casal, é extremamente dolorida e desconfortável. E a dor varia de mulher para mulher, podendo ser de diversas intensidades e se manifestar até na região anal. Mas atenção: sentir dor durante o sexo é um forte indício de que há algum problema, seja físico ou psicológico. 


A especialista em sexualidade do Setor de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Tereza Barroso, explica que o incômodo pode estar apenas relacionado a posições sexuais pouco confortáveis. Porém, também é sintoma de doenças vaginais provocadas por bactérias ou fungos. "Em alguns casos indica patologias vulvares e doenças cervicais, como mioma e endometriose", afirma.  
Dores durante o sexo é sinal de que há algo errado - Foto: Getty Images
De acordo com Barroso, as patologias que podem provocar dor durante a relação sexual são infecções na vagina e vulva, como acandidíase, tumores benignos e malignos, doenças do aparelho urinário, como as cistites, lesões dermatológicas causadas por doenças sexualmente transmissíveis e traumatismos. Nesses casos, a dor costuma desaparecer após o tratamento da doença que provoca o desconforto. 


Segundo a especialista, outra razão para sentir dor ou ardência durante a penetração é a falta de lubrificação. Esse problema pode acontecer, entre outros motivos, porque não houve estimulação suficiente nas preliminares. Por isso é tão importante que os parceiros tenham liberdade para conversar sobre o assunto. 

"Outra recomendação, nesses casos, é usar lubrificantes à base de água. Eles ajudam bastante e não prejudicam o preservativo", diz. Ela lembra ainda que essa lubrificação insuficiente é uma das características bastante prevalentes nas mulheres que entram na menopausa.  
Dores durante o sexo é sinal de que há algo errado - Foto: Getty Images
Por fim, a ginecologista ressalta que a mulher precisa conhecer intimamente sua anatomia. E essa é uma dica que vale para todas elas, não importa a idade. "Durante a masturbação ou a própria relação sexual, ela aprende como obter prazer e quais as posições mais gostosas, além de descobrir formas de transformar a penetração em um momento inesquecível", afirma. 


Vaginismo 

Mas, para algumas mulheres, a dor na relação sexual nada tem a ver com infecções ou patologias cervicais. Nesses casos mais raros, a dor é provocada por fatores psicológicos como o vaginismo. Trata-se de uma síndrome psicofisiológica que tem como característica fundamental a contração involuntária, recorrente ou persistente, dos músculos do períneo adjacentes à vagina. Isso acontece sempre que há tentativa de penetração.  
De acordo com os especialistas, o vaginismo é um problema mais comum em mulheres jovens e naquelas que apresentam história de abuso ou traumas sexuais. Em algumas, o quadro chega a ser tão severo que impede inclusive a realização de exames ginecológicos. Para quem sofre desse distúrbio, o tratamento deve ser individualizado, dependendo das causas do problema. Por isso, a orientação geral é procurar primeiramente o ginecologista.


Falta de desejo sexual interfere na autoestima

Mulher precisa estar de bem com a saúde e com a mente para sentir prazer


Durante muito tempo o prazer feminino nas relações sexuais foi preterido ou simplesmente ignorado. Felizmente o ponto de vista mudou. Além da mulher reconhecer que é tão merecedora do orgasmo quanto o homem, antigos tabus sobre a sexualidade feminina estão sendo revisitados. A frigidez é um deles. O mal não trata-se apenas da falta de prazer feminino sem motivo aparente, como no passado já foi encarado. O problema também não é um inconveniente sem cura. De acordo com a ginecologista Luciana Rocha, de São Paulo, frigidez é um termo incompleto para definir a inibição do desejo feminino. 


O distúrbios sexual se caracteriza pela diminuição da libido e ausência de orgasmo e, segundo a especialista, pode abalar a autoestima das mulheres que sofrem com a falta de prazer nas relações sexuais. 
Entenda como a falta de desejo sexual interfere na autoestima - Foto: Getty Images
"Existem as mulheres que não conseguem encontrar o ponto máximo de uma relação sexual em situações específicas de incômodo ou cansaço. Por outro lado, há quem já tenha encontrado o clímax durante um período da vida, mas, por algum motivo, parou de sentir ou apresenta dificuldades de se entregar a uma relação. E, por fim, há um grupo de mulheres que nunca vivenciou a experiência do orgasmo", define a médica. 


Segundo a profissional, há duas causas básicas que impedem a mulher de atingir o orgasmo. A primeira e, de certa forma mais fácil de tratar, é a orgânica. "Distúrbios de hormônios podem influenciar durante o momento mais íntimo da relação, o que acontece com a minoria delas", explica a ginecologista. Nestes casos, apenas a reposição destas substâncias no corpo resolvem a ausência do prazer intenso. 
Entenda como a falta de desejo sexual interfere na autoestima - Foto: Getty Images
O outro fator que atrapalha o desempenho sexual está ligado ao emocional e afetivo. Estes demandam mais tempo para resolver e exigem um estudo aprofundado do histórico da paciente. 


Por conta da dificuldade, algumas mulheres ainda resistem a procurar ajuda médica, analisa a ginecologista. Há ainda a necessidade de aprender a respeitar certos momentos da própria vida, que inibem o apetite sexual. Segundo Luciana, os primeiros meses de uma gestação e o pós-parto bagunçam a produção de hormônios, o que impedem muitas vezes o desejo de sexo. 


No caso das mulheres que se tornaram mães, por exemplo, a produção dessas substâncias acontece de forma diferenciada porque o corpo feminino entende que é o momento de cuidar do bebê e a ovulação - e, assim, os hormônios que estimulam o sexo - passam a ser algo secundário. 
Para conseguir apimentar uma relação sexual as mulheres possuem uma arma poderosa e que nem sempre conhecem a fundo: o próprio corpo. Conhecer os pontos mais sensíveis, diz a ginecologista, ajuda a relaxar na hora certa e permite o encontro com orgasmo. 


Soluções não faltam para quem quer encontrar o prazer na relação, mas parte da solução pode estar no parceiro. "Muitas mulheres não cogitam a possibilidade de pedir para que o parceiro faça mudanças na rotina sexual do casal. Elas sentem tanta vergonha que preferem não falar. A baixa autoestima pode sabotar algo que poderia ser revisto com uma simples conversa entre parceiros", complementa Luciana. Segundo a especialista, o parceiro também pode ajudar na busca do prazer e ambos, de maneira íntima, têm a chance de encontrar juntos zonas do corpo mais sensíveis. 

Saiba por que as preliminares são tão importantes no prazer da mulher
Prática é essencial para as mulheres atingirem o orgasmo durante o sexo!
Uma relação sexual é como uma dança, um ritual de acasalamento. Nesse contexto, o conjunto de carícias realizadas antes do ato sexual em si, chamada de preliminares, funciona como um aquecimento, uma agradável incursão no universo erótico do outro, que pode começar com um beijo ou um olhar e sem lugar certo para chegar. Segundo o terapeuta e médico vibracional, Edurado Navarro, elas são fundamentais para o sexo. "Quando executadas em comum acordo e de bom grado, criam um padrão de harmonia no casal, além de preparar os corpos para o ato sexual". Assim, de acordo com o especialista, esses carinhos acabam funcionando como um despertar para cada célula do corpo, um aviso ao que está prestes a acontecer. 
Saiba por que as preliminares são tão importantes no prazer da mulher - Foto: Getty Images
No entanto, a carência ou a reclamação em função da ausência de preliminares é quase uma unanimidade entre as mulheres. Para que as preliminares possam acontecer é necessário investir em si mesma e deixar isto bem claro para o companheiro. "As mulheres levam um tempo maior do que os homens para ficarem excitadas. Por isso, mesmo sem ter muita vontade no início, se permitam a troca de carícias, porque numa grande parte das vezes o desejo começa e aumenta na medida em que os carinhos esquentam", diz a especialista. 


As preliminares podem acontecer em função do desejo criado antecipadamente ou podem ser o resultado de demonstrações de carinho e atração física. Seja qual for o caso, vale a pena se utilizar do conhecimento do parceiro para esquentar a relação. 


Cada indivíduo reage à sua maneira a cada um dos estímulos, mas em geral, o corpo humano oferece pontos mais suscetíveis à estimulação sexual do que outros, as chamadas zonas erógenas. Elas podem ser de dois tipos: partes do corpo que possuem grande número de neurotransmissores ou partes do corpo que despertem um imaginário erótico, causando excitação pelo que representam mais do que pela sensação que causam. Por isto é tão importante saber do que lhe dá prazer e descobrir com o seu parceiro como ele se sente. 


Visto desta forma, as preliminares  funcionam tanto como um momento para o conhecimento mútuo quanto para exploração de novas sensações. "Quanto mais carinho e carícias, mais intimidade, mais envolvimento , mais desejo, e mais o corpo responde a esses estímulos. Além disso, adiar a penetração ajuda a diminuir a ansiedade e o nervosismo, que são muito comuns em homens com problemas de ereção e de ejaculação rápida", diz a sexóloga. 


Durante as preliminares o corpo todo está à disposição do imaginário erótico. É durante esse momento que os instintos e os sentidos devem ser provocados ao máximo para preparar o corpo biologicamente para a relação, como, por exemplo, através da produção e liberação dos hormônios. A testosterona, fundamental para o ato sexual tanto em homens como mulheres, é responsável pelo desejo. O estrógeno, hormônio feminino, se encarrega da lubrificação das mucosas e do relaxamento dos músculos vaginais. Outros, como a adrenalina e a noradrenalina são responsáveis pela sensação de êxtase e felicidade que mantém o casal unido em um mesmo objetivo do início ao fim da relação sexual: sentir e dar prazer. 
Neste sentido, as preliminares funcionam como um termômetro medindo quanto e o que cada um espera daquele ato. É natural numa relação a dois que, eventualmente, um queira algo e outro não. 


Conceder tempo e dedicação às preliminares é também uma forma de um convencer o outro a entregar-se a um momento amoroso ou mais íntimo. É através dos toques e da estimulação dos sentidos que ambos podem se mostrar, ficando dispostos a se entregar ao prazer.


Masturbação ajuda a descobrir novas fontes de prazer

Tocar-se, ao contrário do que já foi defendido, só faz bem para mulheres





Não há consenso entre os médicos e especialistas no campo da sexualidade humana se a masturbação já deixou de ser tabu para ser uma prática reconhecida e incorporada à saúde feminina ou se ainda é vista como uma ameaça à família e aos bons modos. O fato é que as informações sobre dar prazer a si mesma ao menos começaram a ser tiradas dos armários em que permaneceram trancadas por tanto tempo. "Atualmente a masturbação é uma prática aceita pela maioria das mulheres", acredita o terapeuta e médico vibracional, Eduardo Navarro. Para o especialista, a discussão sobre ser ou não tabu tem que ser superada.

Depois de tantos anos sendo ameaçada por castigos dignos de uma pecadora caso ousasse sentir prazer tocando o próprio corpo, a mulher incorporou a culpa por "sujar" as mãos se distanciando da fonte primeira de satisfação plena: ela mesma. Proibida de tocar seu próprio corpo, ficou difícil de se conhecer, de saber sobre seus medos e desejos. Isso dificultou, inclusive, o aprendizado de como guiar o parceiro no sexo a dois. 
Masturbação ajuda a descobrir novas fontes de prazer - Foto: Getty Images
Saber que em si mesma você é um instrumento de prazer é uma mudança de perspectiva capaz de reinventar a sua vida, defende Navarro. De acordo com o especialista, para mudar o padrão dos relacionamentos é preciso começar por si mesma. Ser feliz numa relação a dois envolve uma séria de trocas além das sexuais. Enquanto estamos sozinhos - seja isso um período em nossas vidas ou um momento no dia - precisamos aproveitar para nos conhecer mais e saber com convicção do que nos faz feliz. Se é assim,  nosso corpo funciona como um grande mapa do tesouro, com setas para realização dos nossos desejos.

Sozinha para estar a dois 
A psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi tem orientado muitas mulheres a se voltarem para si mesmas como forma de salvar seus casamentos. "Enfatizo a importância das mulheres descobrirem seus pontos erógenos, as partes do corpo que mais dão prazer, e para isso é necessário se tocar e se descobrir. Cada pessoa é única, para poder aproveitar o prazer é preciso conhecer de onde ele vem", explica. 
Para quem não sabe como começar, vale dizer que masturbação, assim como sexo, não possui roteiro ou manual de utilização. O que existem são alguns cuidados em relação ao seu corpo, como ir regularmente ao ginecologista, cuidar da sua higiene e praticar sexo seguro. Fora isto, coloque para funcionar os seus instintos, seu lado íntimo e sensual. Se você não sabe que parte do corpo sente mais prazer, aproveite para se conhecer inteira.

Observe suas sensações em cada pequenina região que tocar e atenda aos seus pedidos de "quero mais". A masturbação ensina os primeiros passos do sexo e do orgasmo a dois. Algo que começa na intimidade feminina para depois evoluir e alcançar sintonia quando em combinação com a masculina.

Fontes: 

SOBRE O HGH E OPINIÃO




A sigla HGH significa human growth hormone (hormônio do crescimento humano). Seus benefícios são enormes tanto para aqueles que praticam como para os que não praticam atividades físicas.

Hormônio do Crescimento tem sido visto como uma das descobertas mais promissoras no campo da medicina do rejuvenescimento e dos tratamentos antienvelhecimento. Todos os hormônios descritos até agora apresentam resultados importantes e indiscutíveis, mas o Hormônio do Crescimento atua de uma forma decisiva no processo de regeneração de tecidos.
O Hormônio do Crescimento, como diz o próprio nome, é o responsável pelo crescimento da criança durante a fase de crescimento. Em sua ausência ou deficiência surge o nanismo ou incapacidade de crescer. Trata-se de uma proteína globular, com 191 aminoácidos em sua estrutura e tem uma atividade espécie específica, isto é, cada espécie de animal possui o seu próprio tipo de Hormônio do Crescimento.
Trata-se de uma molécula relativamente pequena, produzida na parte anterior da glândula hipófise, parte essa também chamada de adeno-hipófise. Esse hormônio atua em todas as células do corpo, onde pode se ligar a receptores de membrana específicos para ele, pode atuar diretamente sobre enzimas e organelas citoplasmáticas ou pode atuar diretamente dentro do núcleo da célula, ao nível dos gens.


O GH começa a diminuir no corpo à medida que você envelhece. Após os 30 anos, ele reduz em cerca de 25% a cada década. Portanto, quando chegar aos 60, você estará com apenas 25% de sua capacidade original. 



O Hormônio do Crescimento Humano (hGH, GH ou Somatropina) é secretado pela glândula pituitária na hipófise que é localizada no centro do cérebro, com picos de produção durante a adolescência quando o crescimento é muito rápido. 

É o hormônio primário responsável por manter a saúde física e mental e pela reparação conserto dos tecidos, curando, fazendo a substituição de célula, força ósseo, função cerebral, produção de enzimas, integridade dos cabelos, unhas e pele. Pela volta dos 60 anos de idade não é incomum ver declínios na ordem de 75% em relação a pessoas na juventude. 


Estudos indicam que seus efeitos benéficos deste hormônio em nosso organismo são enormes, dentre os quais podemos citar:

1) O GH promove e aumenta a síntese de proteína, que é fundamental no processo de recuperação e construção dos músculos;
2) Existem evidências da participação do GH no metabolismo da gordura corporal e sua conversão em fontes de energia;
3) Estudos mostram que o GH melhora o padrão de sono; 
4) O GH está ligado ao aumento de energia ao organismo;
5) O GH está ligado ao aumento da força muscular.

IMPORTANTE: Ressaltar que estes estão relacionados com a produção Endógena do hormônio ou seja, o produzido pelo próprio corpo!


O Hormônio do Crescimento Humano é um dos muitos hormônios que tem sua produção diminuída com a idade, tal como acontece com o estrogênio, progesterona, testosterona, melatonina e DHEA. Segundo autores simpatizantes das terapias hormonais, enquanto muitos desses hormônios podem ser repostos para deter alguns dos efeitos do envelhecimento, o hGH pode ir além disso, adiando o envelhecimento biológico e mesmo revertendo uma série de sintomas associados com o envelhecimento.
O hGH, também conhecido como somatropina, é secretado pela glândula hipófise e produzido numa taxa que alcança níveis máximos durante a adolescência, quando então o crescimento corporal é acelerado. Posteriormente sua secreção diária diminui com a idade, até quando, em torno dos 60 anos, a pessoa secretaria apenas 25% da quantidade liberada aos 20 anos.


Ao longo do dia, o Hormônio do Crescimento é liberado em maior quantidade em pulsos, durante as primeiras fases do sono, depois ele é rapidamente convertido no fígado para seu metabólito principal, o IGF-1, também conhecido como somatomedina - C. É esse IGF-1 quem promove, de fato, a maior parte dos efeitos atribuídos ao hGH.


O declínio fisiológico do Hormônio do Crescimento, com a idade, esta diretamente associado aos muitos dos sintomas do envelhecimento, tais como rugas, cabelos cinza, diminuição nos níveis de energia e função sexual, aumento no percentual de gordura corporal e doenças cardiovasculares, osteoporose, etc.
A Produção  

Para que a hipófise produza o hormônio do crescimento é necessário que ela sofra a ação de um outro hormônio, chamado GHRF (growth hormone releasing factor - fator liberador do hormônio do crescimento), produzido no cérebro acima da hipófise, numa região conhecida como hipotálamo. Assim sendo, sob o estímulo do GHRF a hipófise libera o hormônio do crescimento.
Esse jogo hormonal tem origem cerebral. O hipotálamo controla a atividade de diversas glândulas e de diversos outros hormônios, e sempre através da interação com a hipófise. O hipotálamo é a região cerebral que recebe informações de todo organismo e dos acontecimentos externos. É assim, por exemplo, com relação à produção de TRF, um fator de liberação que estimula a hipófise a liberar o TSH, o qual, que por sua vez, irá estimular a tireóide a produzir o hormônio T4. Dependendo das informações recebidas o hipotálamo irá determinar a produção do GHRF que, por sua vez, desencadeará a produção e liberação do Hormônio do Crescimento pela hipófise.
O Hormônio do Crescimento, hGH ou somatotrofina como também é conhecido, é o mais abundante hormônio liberado pela hipófise. Sua produção ocorre em picos com maior intensidade à noite, durante a fase de movimentos rápidos dos olhos (REM) e em picos menores, durante o jejum e após exercícios físicos. É um dos chamados hormônios de antienvelhecimento ou de pró-longevidade, ao lado do estrógeno, da testosterona, da pregnenolona, da melatonina e do DHEA.
O que o diferencia dos o hGH dos outros hormônios é que, enquanto os outros agem principalmente de forma preventiva, detendo o avanço do envelhecimento, o Hormônio do Crescimento age principalmente revertendo alguns efeitos do envelhecimento, além de retardar o ritmo da evolução do processo de envelhecimento. Por isso se costuma dizer que o hormônio do crescimento atua atrasando o relógio biológico.

Hormônio do Crescimento - hGH  
O Hormônio do Crescimento é uma substância produzida naturalmente pela hipófise, glândula situada no hipotálamo no Sistema Nervoso Central. Depois de produzido, o hormônio é levado pela corrente sanguínea para o fígado, que o utiliza para produzir os chamados fatores de crescimento, como o IGF-1 (Insulin-Like Growth Factor-1), um potente inibidor do envelhecimento.
A partir dos 21 anos, o Hormônio do Crescimento tem sua liberação reduzida e, acima dos 40 anos, apenas a metade dele estará disponível no organismo, com declínio progressivo de aproximadamente 14% por década. Aos 60 anos a produção diária de GH é reduzida em 50%.

Queda na concentração do hGH ao longo da idade
20 anos
500 mcg
40 anos
200 mcg
80 anos
  25 mcg
As pesquisas na área da geriatria sugerem que a terapia de reposição desse hormônio teria a capacidade de diminuir e até reverter vários processos biológicos do envelhecimento. Por causa disso surgiu o Pró-Hormônio do Crescimento, um substituto do hGH com as mesmas características do hormônio original, porém, com muito menos contra-indicações.


O Pró-Hormônio do Crescimento é um complexo de glicoaminoácidos associados a substâncias de origem vegetal reguladoras da insulina e ativadoras do IGF-1. O IGF-1 (Insulin-Like Growth Factor-1), como vimos, é capaz de reverter alguns transtornos causados pela idade, como aumento de colesterol, perda muscular e enfraquecimento das funções mentais e neurológicas. A diferença entre o tratamento com Pró-Hormônio do Crescimento e com o próprio Hormônio do Crescimento, é que o pró-hormônio estimula a glândula a liberar o hormônio produzido pelo próprio organismo, enquanto o hGH puro inibiria a hipófise de produzi-lo.







Entre os benefícios propalados ao Pró-hGH estariam:







Aumento da massa muscular;


  Redução da gordura corporal;
  Melhora de todos os tecidos incluindo a pele através da redução de rugas;
  Restauração do tecido capilar;
  Restauração da cor do cabelo;
  Aumento na energia;
  Aumento na função sexual;
  Melhora nos níveis de colesterol ldl/hdl;
 Restauração do tamanho do fígado, pâncreas, coração e outros órgãos que     encolhem com a idade;
  Melhora na visão;
  Melhora da memória;
  Melhora no humor e no sono;
  Normalização da pressão arterial;
  Aumento da resistência e fluxo sanguíneo para o coração;
  Melhora no sistema imunológico.

O Fator do Crescimento do Tipo Insulina, o IGF-1, estimulado pelo Pró-hGH, atualmente é mais seguro e tão potente quanto o próprio hGH. Algumas pesquisas têm mostrado que o Hormônio do Crescimento tem a capacidade de revertes algumas alterações do envelhecimento, tais como, fazer os cabelos voltarem a crescer e a recuperar sua cor normal, tornar a pele mais fina e delicada, diminuir as rugas e a flacidez da pele, tornar as unhas brilhantes e resistentes, recupera a musculatura, faz desaparecer massa gordurosa excedente, recalcifica os ossos, recupera os ligamentos e articulações.
Até recentemente, a terapia com hormônio do crescimento só estava disponível através de injeções muito caras e difíceis de usar. O hormônio usado por via oral era destruído pelos ácidos no estômago e não chegava a ser absorvido pelo organismo, devendo sua administração ser injetável. Mas já existem substâncias naturais capazes de aumentar os níveis de Hormônio do Crescimento em níveis bastante satisfatórios. Agora, com o Pró-hGH, há estimulação do IGF-1, chamado Pró-Hormônio do Crescimento, que pode ser usado por via oral.

Efeitos Indesejáveis
  Para conduzir um tratamento de reposição do Hormônio do Crescimento é preciso vivência clínica e experiência. Quando bem conduzido o tratamento é completamente seguro, incapaz de causar mal ao paciente.
Parte dos efeitos ocasionados pelo hGH é produzida pela sua atuação direta, outra parte é devida à ação da IGF-1 como normalmente é conhecida. A IGF-1 é produzida no fígado a partir da metabolização do hGH e, ao contrário do próprio hGH, tem uma vida longa. Uma das mais importantes ações do hormônio do crescimento no organismo humano está ligada a sua capacidade de atuar como os anabolizantes ao nível muscular, isto é, promovendo o aumento da massa muscular.
As pessoas que se automedicam com Pró-hGH, podem sofrer efeitos colaterais decorrentes de doses mais altas. Entre esses efeitos observa-se a sobrecarga cardíaca por inchaço do músculo, crescimento de tumores já existentes, aumento das mamas, do queixo, das cartilagens, das orelhas, do nariz e até das mãos e dos pés. Outra prática perigosa e comum nos pacientes com Vigorexia é turbinar o efeito do Hormônio do Crescimento com doses extras de insulina. Isso pode acabar levando à morte.
Há fortes suspeitas de que doses imprudentes de Hormônio do Crescimento deflagrem quadros de diabetes, isso quando há predisposição genética para a doença. Há ainda suspeitas de que doses a mais desse hormônio estejam relacionadas ao desenvolvimento de câncer. Como a droga estimula a multiplicação celular, também estimularia o crescimento de tumores malignos. Mas, até agora, nada disso é inquestionavelmente provado. São apenas suspeitas.
Resumindo:
O hormônio do crescimento (somatotropina,GH) é um agente anabólico. Ele promove o crescimento e a hipertrofia muscular pela facilitação do transporte de aminoácidos para o interior das células. Além disso, o GH estimula diretamente o metabolismo de gorduras (lipólise), aumentando a síntese de enzimas envolvidas nesse processo. No adulto, o GH facilita a síntese protéica aumentando o transporte de aminoácidos através das membranas plasmáticas, estimulando a formação de RNA, ou ativando os ribossomos celulares, que aumentam a síntese protéica.


Os fatores metabólicos que estimulam a liberação de GH são a hipoglicemia, a infusão ou a administração de aminoácidos, o exercício e o sono. A hipoglicemia é um dos mais potentes estímulos para a secreção do GH. Durante o exercício, a secreção de GH parece ser induzida por ativação de vias alfa-adrenérgicas (adrenalina), enquanto que, no sono (estágios III e IV), o neurotransmissor envolvido seria a serotonina. Bastante relatado na literatura, também, é o efeito estimulante da secreção de GH induzido pelos aminoácidos, que são os componentes fundamentais das proteínas. Uma refeição rica em proteínas ou a infusão intravenosa (IV) de uma mistura de aminoácidos aumenta o nível plasmático de GH.



A arginina é o aminoácido estimulante mais potente, no qual sua infusão, ou mesmo administração oral, pode provocar o estímulo sobre a secreção de GH. Por isso, alguns atletas e praticantes de atividades físicas têm se utilizado da L-arginina com o intuito de obter efeitos ergogênicos, supostamente potencializando a secreção de hormônios anabólicos durante o exercício. Estudos mostram que as infusões de outros aminoácidos, incluindo a metionina, fenilalanina, lisina e histidina também promovem aumento relativo de GH na circulação, mas nem todos os aminoácidos são efetivos sobre a liberação de GH.


O exercício, especialmente o treinamento de força, também aumenta a concentração sérica de GH. A atividade física estimula a secreção do hormônio de crescimento (GH) que tem efeito anabólico direto ou indireto, via fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1).




Pro-hGh de 2ª Geração






A nova geração do Pro-hGh é uma combinação poderosa que ativa a produção do hGH para um padrão mais jovem. Estudos publicados no “New England Journal of Medicine” considerou esta nova geração como um produto que normalizando os níveis do hGH, pode prevenir e pode retroceder os sinais e sintomas de envelhecimento biológico.


De acordo com o farmacologista americano Prof. James J. Jamison, esta nova versão de Pro-hGH é cerca de 6 vezes mais potente que a primeira versão na estimulação da liberação do Pro-hGH endógeno e tambem um potente insulino-regulador.


AÇÃO DO hGH

No nanismo: desenvolve a cartilagem de crescimento
Desprezando os riscos à saúde, usuários apostam no hormônio de crescimento para ganhar músculos, aumentar a disposição física e adiar o envelhecimento

Na velhice: pode combater a hipotrofia muscular e osteoporose, além de diminuir a gordura e dar sensação de bem-estar (apesar de haver controvérsias sobre os resultados)

Em adultos com deficiência: recupera a densidade óssea, aumenta a massa muscular e dá sensação de bem-estar. 
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PESQUISA DE PRODUÇÃO VEGETAL DO hGH

Todas as células de um determinado organismo contêm os mesmos genes. Mesmo assim, não há confusão entre as funções que as células desempenham. O fígado não vai deixar de produzir enzimas para fazer cabelo nem a pele vai liberar adrenalina. A harmonia se deve aos chamados promotores, regiões regulatórias dos genes que determinam em que momento, quantidade e local as substâncias devem ser produzidas. A partir do controle desses maestros do organismo, o pesquisador Adilson Leite, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), desenvolveu com sua equipe um processo de produção de proteínas em plantas e fez com que sementes de milho produzissem o hormônio de crescimento humano.

Os resultados obtidos no final ainda são preliminares, mas promissores. As sementes de milho modificadas geneticamente elaboraram um hormônio de crescimento ou hGH que até o momento tem se mostrado idêntico ao produzido pelo organismo humano. Pode estar se abrindo um caminho para a fabricação, em larga escala e a custos reduzidos, de um composto químico de grande interesse médico. Indispensável no tratamento de crianças com problemas de crescimento, o hGH é atualmente obtido por meio de bactérias.


PESQUISAS

Atualmente existem muitas controvérsias quanto à eficiência do uso de HG no esporte; pelos efeitos colaterais evidentes, que seriam os aspectos visíveis de acromegalia, quais sejam aumento de mandíbula e de maxilar superior com afastamento dos dentes incisivos superiores centrais, aumento dos cotovelos, mãos e pés, percebemos uma coincidência dessas características em alguns fisiculturistas e atletas de outras modalidades de esporte; pela carência de métodos de detecção ou äntidoping" por GH exógeno, porém só se pode especular sem acusar formalmente este ou aquele atleta.


Em 1996, realizou-se um estudo científico em tratos, para verificação dos efeitos co GH na hipertrofia muscular.
A técnica utilizada para induzir sobrecarga muscular consiste na retirada de músculos acessórios, para que outro sejasobrecarregado; por exemplo, se o músculo gastrocnêmio é removido do animal, os flexores plantares estarão funcionalmente sobrecarregados quando o animal é forçado a andar, gerando a conseqüente hipertrofia.
Observou-se então, que os ratos que receberam o GH na dose 1 mg por dia durante 6 semanas apresentaram um fantástico aumento muscular de cerca de 65% no peso do músculo; porém um grupo paralelo que recebeu a mesma dose de HG Não teve mudanças musculares.

Entretanto houve hipertrofia idêntica no músculo cardíaco dos dois grupos.
É até desnecessário dizer que ratos são ratos e humanos são humanos, e talvez haja diferenças de resultados, até mesmo entre os diferentes biotipos e raças humanas, porém o estudo com ratos é científico e realizado na Universidadedo Texas, e demostra que o sinergismo entre HG e a sobrecarga muscular resulta em hipertrofia do músculo.

Empiricamente, tomamos conhecimento que atletas de musculação utilizam-se de GH nos mais variados esquemas ou "ciclos", muitas vezes associados também à administração de insulina e esteróides anabolizantes; é muito provável que esteja aí a resposta para o desconcertante tamanho desses verdadeiros gigantes, que dificilmente (para não dizer nunca) chegariam a esse tamanho apenas com a genética, treino e nutrição, pois há fatores autolimitantes (somatostatina, miostatina) cuja função só pode ser bloqueada artificialmente com administração de fármacos e hormônios sintéticos

  •  Minha Opinião: Por mais "Seguro" que este produto ou qualquer outro venha afirmar em ser, temos que considerar que estas pesquisas (dos fármacos e/ou suplementos) são financiadas pelos laboratórios fabricantes dos respectivos produtos... Necessita-se de pesquisas acadêmicas independentes para se comprovar determinada eficácia e segurança! Portanto... Muita cautela nesta hora!

    Concentrações exageradas de substâncias percursoras deste ou aquele hormônio podem ser tão perigosos quanto o próprio hormônio! Nosso organismo não está preparado pela Natureza para "suportar" concentrações elevadas de muitos tipos de substâncias que naturalmente não estão presentes, nestas quantidades, nos alimentos que estamos acostumados e que contribuiram para o processo da nossa evolução desde há milhões de anos! Ou seja na Natureza estas substâncias não são encontradas nestas concentrações!


  • A Natureza é Sábia? Você pensa que é ou não?
    Portanto...

    Estamos empurrando para dentro do nosso corpo, saudável, equilibrado, metabolicamente eficiente, muitas vezes, uma BOMBA prestes em ser detonada a qualquer momento! 
    Meu corpo pode ser que não seja aquilo que eu queira! A isto chamamos de Biotipo! Nem todos serão Fisioculturistas, assim como nem todos serão Maratonistas! Temos que respeitar a Natureza Biológica do organismo que foi determinado muito antes de nós; pelos nossos ancestrais; e deles pelos ancestrais destes... Está nos Genes, no nosso DNA. Lutar contra isso, parece não ser muito inteligente!
    Devemos sim aprimorar e conservar o que nos foi agraciado! Mas ir além dos limites biológicos... como um super atleta, que, na verdade não somos! E ainda por cima com recursos não Naturais e em super doses...! Ou seja, quantidades que não familiares ao nosso organismo! Não penso que seja uma atitude Saudável!


  • Outra consideração é a velocidade com que isso é atingido! Diversas estruturas, não musculares, como articulações, tendões, ligamentos, óssos, tem tempo de transformação diferente. Os músculos reagem muito rapidamente, o que não acontece que os outros componentes, ocasionando desequilíbrios e instabilidades! Ora, o que tem instabilidade e desequilíbrio só pode acabar, mais cedo ou mais tarde, em... ACIDENTE!

    E... Tendo em vista o fato dos efeitos determinados pelo hGH serem permanentes, parece muito sensato que, se caso for necessário, esta substância só deva ser utilizada por um Médico Especializado e Experiente!


  • É isso Turma... Vamos PENSAR E REFLETIR!!

  • quinta-feira, 2 de junho de 2011

    AGENDA 21



    Agenda 21 foi um dos principais resultados da conferência Eco-92 ou Rio-92, ocorrida no Rio de JaneiroBrasil, em 1992. É um documento que estabeleceu a importância de cada país a se comprometer a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governosempresasorganizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas sócio-ambientais. Cada país desenvolve a sua Agenda 21 e no Brasil as discussões são coordenadas pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 Nacional (CPDS). A Agenda 21 se constitui num poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma, que exige a reinterpretação do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio holístico entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade do crescimento.
    Com a Agenda 21 criou-se um instrumento aprovado pela OMF, internacionalmente, que tornou possível repensar o planejamento. Abriu-se o caminho capaz de ajudar a construir politicamente as bases de um plano de ação e de um planejamento participativo em âmbito global, nacional e local, de forma gradual e negociada, tendo como meta um novo paradigma econômico e civilizatório.
    As ações prioritárias da Agenda 21 brasileira são os programas de inclusão social (com o acesso de toda a população à educaçãosaúde e distribuição de renda), a sustentabilidade urbana e rural, a preservação dos recursos naturais e minerais e a ética política para o planejamento rumo ao desenvolvimento sustentável. Mas o mais importante ponto dessas ações prioritárias, segundo este estudo, é o planejamento de sistemas de produção e consumo sustentáveis contra a cultura do desperdício. A Agenda 21 é um plano de ação para ser adotado global, nacional e localmente, por organizações do sistema das Nações Unidas, governos e pela sociedade civil, em todas as áreas em que a ação humana impacta o meio ambiente.



    História

    A adoção formal por parte da ONU do conceito de desenvolvimento sustentável parte da criação em 1972 da Comissão Mundial sobre Ambiente e Desenvolvimento (WCED) que em 1987 publicou um relatório intitulado "Nosso futuro comum", também conhecido como orelatório Brundtland. Esse relatório indicou a pobreza nos países do sul e o consumismo extremo dos países do norte como as causas fundamentais da insustentabilidade do desenvolvimento e das crises ambientais. A comissão recomendou a convocação de uma conferência sobre esses temas.
    O desenvolvimento da Agenda 21 começou em 23 de dezembro de 1989 com a aprovação em assembléia extraordinária das Nações Unidas uma conferência sobre o meio ambiente e o desenvolvimento como fora recomendado pelo relatório Brundtland e com a elaboração de esboços do programa, que, como todos os acordos dos estados-membros da ONU, sofreram um complexo processo de revisão, consulta e negociação, culminando com a segunda Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, mais conhecida comoRio-92 ou Eco-92, entre 3 e 14 de junho de 1992 no Rio de Janeiro, onde representantes de 179 governos aceitaram adotar o programa.
    A Agenda 21 teve um estreito acompanhamento a partir do qual foram feitos ajustes e revisões. Primeiro, com a conferência Rio+5, entre os dias 23 e 27 de junho de 1997 na sede da ONU, em Nova Iorque; posteriormente com a adoção de uma agenda complementária denominadametas do desenvolvimento do milênio (Millenium development goals), com ênfase particular nas políticas de globalização e na erradicação da pobreza e da fome, adotadas por 199 países na 55ª Assembléia da ONU, que ocorreu em Nova Iorque entre os dias 6 e 8 de setembro de2000; e a mais recente, a Cúpula de Johannesburgo, na cidade sul-africana entre 26 de agosto a 4 de setembro de 2002.
    Este termo, contou com a assinatura de 179 países.

    Para ler na Íntegra o Documento Acesse:

    CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

                               (Assista ao Vídeo no Final da Matéria)

    PREÂMBULO


    1.1. A humanidade se encontra em um momento de definição histórica. Defrontamo-nos com a perpetuação das disparidades existentes entre as nações e no interior delas, o agravamento da pobreza, da fome, das doenças e do analfabetismo, e com a deterioração contínua dos ecossistemas de que depende nosso bem-estar. Não obstante, caso se integrem as preocupações relativas a meio ambiente e desenvolvimento e a elas se dedique mais atenção, será possível satisfazer às necessidades básicas, elevar o nível da vida de todos, obter ecossistemas melhor protegidos e gerenciados e construir um futuro mais próspero e seguro. São metas que nação alguma pode atingir sozinha; juntos, porém, podemos - em uma associação mundial em prol do desenvolvimento sustentável.



    1.2. Essa associação mundial deve partir das premissas da resolução 44/228 da Assembléia Geral de 22 de dezembro de 1989, adotada quando as nações do mundo convocaram a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, e da aceitação da necessidade de se adotar uma abordagem equilibrada e integrada das questões relativas a meio ambiente e desenvolvimento.



    1.3. A Agenda 21 está voltada para os problemas prementes de hoje e tem o objetivo, ainda, de preparar o mundo para os desafios do próximo século. Reflete um consenso mundial e um compromisso político no nível mais alto no que diz respeito a desenvolvimento e cooperação ambiental. O êxito de sua execução é responsabilidade, antes de mais nada, dos Governos. Para concretizá-la, são cruciais as estratégias, os planos, as políticas e os processos nacionais. A cooperação internacional deverá apoiar e complementar tais esforços nacionais. Nesse contexto, o sistema das Nações Unidas tem um papel fundamental a desempenhar. Outras organizações internacionais, regionais e subregionais também são convidadas a contribuir para tal esforço. A mais ampla participação pública e o envolvimento ativo das organizações não-governamentais e de outros grupos também devem ser estimulados.



    1.4. O cumprimento dos objetivos da Agenda 21 acerca de desenvolvimento e meio ambiente exigirá um fluxo substancial de recursos financeiros novos e adicionais para os países em desenvolvimento, destinados a cobrir os custos incrementais necessários às ações que esses países deverão empreender para fazer frente aos problemas ambientais mundiais e acelerar o desenvolvimento sustentável. Além disso, o fortalecimento da capacidade das instituições internacionais para a implementação da Agenda 21 também exige recursos financeiros. Cada uma das áreas do programa inclui uma estimativa indicadora da ordem de grandeza dos custos. Essa estimativa deverá ser examinada e aperfeiçoada pelas agências e organizações implementadoras.



    1.5. Na implementação das áreas pertinentes de programas identificadas na Agenda 21, especial atenção deverá ser dedicada às circunstâncias específicas com que se defrontam as economias em transição. É necessário reconhecer, ainda, que tais países enfrentam dificuldades sem precedentes na transformação de suas economias, em alguns casos em meio a considerável tensão social e política.



    1.6. As áreas de programas que constituem a Agenda 21 são descritas em termos de bases para a ação, objetivos, atividades e meios de implementação. A Agenda 21 é um programa dinâmico. Ela será levada a cabo pelos diversos atores segundo as diferentes situações, capacidades e prioridades dos países e regiões e com plena observância de todos os princípios contidos na Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Com o correr do tempo e a alteração de necessidades e circunstâncias, é possível que a Agenda 21 venha a evoluir. Esse processo assinala o início de uma nova associação mundial em prol do desenvolvimento sustentável.





    O que é Agenda 21? 



    A Agenda 21 é um documento que propõe redirecionar o desenvolvimento para a direção apontada pelas idéias associadas à sustentabilidade do planeta. Foi aprovado por 179 países que participaram da Rio 92 - Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento - realizada em 1992 no Rio de Janeiro. 

    Com a Agenda 21, a comunidade internacional assumiu compromissos com a mudança da matriz de desenvolvimento no século XXI. O termo "Agenda" foi concebido no sentido de planejamento, desejo de mudanças para um novo modelo de civilização, e para novos padrões de produção e consumo onde predomine o equilíbrio entre o crescimento econômico, a justiça social e o respeito ao meio ambiente. 
    Na prática, Agenda 21 é um processo de planejamento participativo que envolve a implantação de um Fórum da Agenda 21, composto por governo e sociedade civil, responsável pela construção de um Plano Local de Desenvolvimento Sustentável, que reflita os anseios, desejos e necessidades locais por meio de projetos e ações de curto, médio e longo prazo, com os respectivos meios e responsabilidades do governo e demais setores da sociedade local na implementação, acompanhamento e revisão desses projetos e ações.